{"id":1943,"date":"2021-09-29T15:30:04","date_gmt":"2021-09-29T18:30:04","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=1943"},"modified":"2021-09-29T15:30:05","modified_gmt":"2021-09-29T18:30:05","slug":"62-dos-bares-e-restaurantes-ainda-nao-retomaram-vendas-da-pre-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/62-dos-bares-e-restaurantes-ainda-nao-retomaram-vendas-da-pre-pandemia\/","title":{"rendered":"62% dos bares e restaurantes ainda n\u00e3o retomaram vendas da pr\u00e9-pandemia"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-2245952493\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Covid-19 realizada pela <strong>Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Restaurantes (ANR<\/strong>), pela consultoria <strong>Galunion<\/strong> e pelo <strong>Instituto Foodservice Brasil<\/strong> (<strong>IFB<\/strong>) aponta tamb\u00e9m que 78% devem dos endividados t\u00eam pend\u00eancias com bancos e 57% com tributos<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A nova pesquisa da s\u00e9rie Covid-19, realizada pela <strong>Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Restaurantes<\/strong> <strong>(ANR)<\/strong>, em parceria com a consultoria <strong>Galunion<\/strong>, especializada no mercado <em>food service<\/em>, e com o <strong>Instituto Foodservice Brasil<\/strong> (<strong>IFB<\/strong>) mostra que 62% das empresas entre restaurantes, bares, caf\u00e9s e lanchonetes ainda n\u00e3o recuperaram as vendas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e9-pandemia, na compara\u00e7\u00e3o de julho de 2021 com julho de 2019. 13% j\u00e1 conseguem faturar nos mesmos n\u00edveis e outros 25% afirmaram que superaram a receita no mesmo per\u00edodo. A pesquisa, feita entre 12 de agosto e 8 de setembro, contou com 800 empresas de diversos perfis &#8211; de redes a independentes &#8211; de todos os estados brasileiros, que representam 22.907 lojas, das quais 67% est\u00e3o localizadas nas ruas e outras 22% em shoppings e centros comerciais. \u00c9 o maior estudo j\u00e1 feito at\u00e9 hoje no Brasil durante a pandemia envolvendo o setor de <em>food service<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00edvel de endividamento das empresas do setor segue alto no Pa\u00eds. 55% dos bares, restaurantes, caf\u00e9s e lanchonetes se declaram endividados. Desse total, 78% devem para bancos, 57% est\u00e3o com impostos em atraso, 24% t\u00eam d\u00edvidas com fornecedores e 14% afirmam ter pend\u00eancias trabalhistas. Do total de endividados, 48% afirmaram que devem levar mais de dois anos para pagar seus d\u00e9bitos e 63% disseram que v\u00e3o aderir a planos de parcelamento, como o Refis e outros anunciados pelos governos (federal, estadual ou municipal).<\/p>\n\n\n\n<p>Outro dado relevante diz respeito \u00e0 expans\u00e3o do delivery, \u00fanica maneira encontrada por muitas empresas para sobreviver \u00e0 pandemia, principalmente ap\u00f3s os mais de 100 dias de fechamento de mar\u00e7o a julho de 2020. Em m\u00e9dia, a receita hoje em delivery j\u00e1 representa 39% do total do faturamento das empresas. O n\u00famero era de 24% antes da pandemia. O estudo quis saber ainda se as empresas manteriam o delivery com o retorno do funcionamento da lojas. 85% afirmaram que sim e outros 15% disseram que ir\u00e3o manter apenas as opera\u00e7\u00f5es presenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A pesquisa aponta de maneira geral o que podemos considerar o in\u00edcio de um processo de recupera\u00e7\u00e3o que, certamente, ser\u00e1 longo e ir\u00e1 durar alguns anos. Apesar da melhora no \u00edndice de endividamento, a grande maioria das empresas ainda sofre as consequ\u00eancias da pandemia e apenas agora, com o avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o, a queda nos \u00edndices da covid e o retorno gradual dos clientes, come\u00e7a a se reerguer. De nossa parte, seguimos em defesa dos interesses de todos o setor para a conquista de novos refis, cr\u00e9dito, queda de impostos e ICMS. S\u00f3 assim conseguirmos acelerar a recupera\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma <strong>Fernando Blower<\/strong>, diretor executivo da <strong>ANR<\/strong> .<\/p>\n\n\n\n<p>Para <strong>Ely Mizrahi<\/strong>, presidente do <strong>Instituto Foodservice Brasil<\/strong> (<strong>IFB<\/strong>), a pesquisa reafirmou os desafios que o setor ainda tem pela frente. &#8220;Os resultados refor\u00e7am a import\u00e2ncia de atuarmos de forma coesa, com todos os elos da cadeia de valor, focando na busca por solu\u00e7\u00f5es e iniciativas que apoiem o setor de Foodservice neste processo de retomada&#8221;, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>NOVOS PRODUTOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante de um cen\u00e1rio de crescimento da infla\u00e7\u00e3o ainda no in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o do setor, 31% das empresas afirmaram que n\u00e3o lan\u00e7aram produtos no card\u00e1pio. &#8220;Esse dado, ao mesmo tempo, mostra um desafio e uma grande oportunidade frente \u00e0s grandes mudan\u00e7as de comportamento do consumidor provocadas pela pandemia. A revis\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o do card\u00e1pio \u00e9 uma estrat\u00e9gia chave para a perpetua\u00e7\u00e3o do neg\u00f3cio, para acompanhar os anseios do consumidor e manter a competitividade, principalmente dentro dos marketplaces de delivery&#8221;, ressalta <strong>Simone Galante<\/strong>, CEO da <strong>Galunion<\/strong> e respons\u00e1vel pela pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a ANR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Restaurantes \u00e9 uma entidade de \u00e2mbito nacional, que representa empres\u00e1rios e colaboradores do setor de <em>food service<\/em> em suas rela\u00e7\u00f5es com os poderes p\u00fablicos, entidades de classe e junto \u00e0 sociedade em geral. Al\u00e9m disso, contribui para o desenvolvimento dos neg\u00f3cios do setor e auxilia na permanente capacita\u00e7\u00e3o de profissionais para o segmento. Os associados da ANR re\u00fanem hoje mais de 9 mil pontos comerciais no Brasil, entre restaurantes independentes, franquias e grandes redes de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a Galunion<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Especializada no setor de alimenta\u00e7\u00e3o, a empresa atua como uma catalisadora de conhecimento, networking e inova\u00e7\u00e3o. Os servi\u00e7os s\u00e3o voltados para neg\u00f3cios e profissionais que atuam no mercado de Foodservice. Fundada e comandada pela CEO, Simone Galante, a Galunion atua em projetos de consultoria estrat\u00e9gica e de inova\u00e7\u00e3o, monitoramento de tend\u00eancias, pesquisas, educa\u00e7\u00e3o, roadshows, laborat\u00f3rio culin\u00e1rio e outros eventos para o mercado de alimenta\u00e7\u00e3o preparada fora do lar. Realiza tamb\u00e9m estudos quantitativos e qualitativos em parcerias com renomadas entidades como a ABF (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Franchising) e a ANR (Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Restaurantes).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o Instituto Foodservice Brasil (IFB)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Criado por iniciativa de representantes das principais empresas do setor, o Instituto Foodservice Brasil representa a uni\u00e3o da cadeia de valor: fabricantes, prestadores de servi\u00e7os e operadores, que juntos buscam solu\u00e7\u00f5es para temas que impactam o mercado de alimenta\u00e7\u00e3o fora do lar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Covid-19 realizada pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Restaurantes (ANR), pela consultoria Galunion e pelo Instituto Foodservice Brasil (IFB) aponta tamb\u00e9m que 78% devem dos endividados t\u00eam pend\u00eancias com bancos e 57% com tributos A nova pesquisa da s\u00e9rie Covid-19, realizada pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Restaurantes (ANR), em parceria com a consultoria Galunion, especializada no mercado food [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":1944,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"rop_custom_images_group":[],"rop_custom_messages_group":[],"rop_publish_now":"initial","rop_publish_now_accounts":[],"rop_publish_now_history":[],"rop_publish_now_status":"pending","footnotes":""},"categories":[192],"tags":[73],"class_list":["post-1943","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","tag-featured"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1943","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1943"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1943\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1945,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1943\/revisions\/1945"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1944"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1943"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1943"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1943"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}