{"id":21038,"date":"2023-12-09T11:42:05","date_gmt":"2023-12-09T14:42:05","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=21038"},"modified":"2023-12-09T11:42:06","modified_gmt":"2023-12-09T14:42:06","slug":"galaxia-fantasma-que-sumiu-em-imagens-do-hubble-reaparece-com-james-webb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/galaxia-fantasma-que-sumiu-em-imagens-do-hubble-reaparece-com-james-webb\/","title":{"rendered":"Gal\u00e1xia &#8220;fantasma&#8221; que sumiu em imagens do Hubble reaparece com James Webb"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-2469764830\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Objeto misterioso do in\u00edcio do Universo foi detectado primeiro como uma mancha pelo Telesc\u00f3pio James Clerk Maxwell, no Hava\u00ed, e ressurgiu agora em imagem infravermelha<\/h2>\n\n\n\n<p>O\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/11\/james-webb-capta-estrela-em-seu-bercario-cosmico-na-constelacao-de-perseu.ghtml\">Telesc\u00f3pio Espacial James Webb<\/a>\u00a0conseguiu solucionar um mist\u00e9rio: o paradeiro de uma gal\u00e1xia previamente observada pelo seu &#8220;colega&#8221;\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/11\/webb-e-hubble-se-unem-para-gerar-imagem-deslumbrante-de-galaxias-coloridas.ghtml\">Hubble<\/a>. O antigo telesc\u00f3pio da Nasa havia observado o\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/11\/particula-extragalactica-de-origem-desconhecida-atinge-a-terra-entenda.ghtml\">objeto\u00a0<\/a>que, depois, sumiu. Agora, de acordo com artigo publicado em outubro no peri\u00f3dico\u00a0<a class=\"\" rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/acf614\" target=\"_blank\"><em>The Astrophysical Journal,\u00a0<\/em><\/a>trata-se da gal\u00e1xia &#8220;AzTECC71&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O fen\u00f4meno est\u00e1 envolto em um v\u00e9u de poeira dif\u00edcil de ser visto \u2014 quase 1 bilh\u00e3o de anos ap\u00f3s o\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/11\/buraco-negro-mais-distante-detectado-pela-nasa-surgiu-logo-apos-o-big-bang.ghtml\">Big Bang<\/a>. Gal\u00e1xias poeirentas em forma\u00e7\u00e3o estelar, como &#8220;AzTECC71&#8221;, eram consideradas extremamente raras no\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/03\/astronomos-detectam-nascimento-de-aglomerado-do-inicio-do-universo.ghtml\">in\u00edcio do Universo.\u00a0<\/a>Por\u00e9m, elas podem ser de tr\u00eas a dez vezes mais comuns do que se esperava, segundo sugere a nova descoberta, somada a dados preliminares da colabora\u00e7\u00e3o COSMOS-Web, respons\u00e1vel pelo estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>COSMOS-Web \u00e9 a maior pesquisa inicial do James Webb, que busca mapear at\u00e9 1 milh\u00e3o de gal\u00e1xias para estudar as estruturas mais antigas do Universo. S\u00f3 no primeiro ano, a equipe de mais de 50 pesquisadores recebeu 250 horas de observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-galileu.glbimg.com\/DdwHmDNx6XmEQ81OKLZNO1xuYwg=\/0x0:1200x336\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_fde5cd494fb04473a83fa5fd57ad4542\/internal_photos\/bs\/2023\/y\/0\/COUUDGR3mRfZBWcAoa5w\/aztecc71-cutouts-1200x336.png\" alt=\"A gal\u00e1xia AzTECC71 \u00e9 claramente vis\u00edvel no filtro de cor mais vermelho do instrumento NIRCam no Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (F444W, extrema direita), mas n\u00e3o nos filtros mais azuis (F115W e 150W, esquerda) \u2014 Foto: . McKinney\/M. Franco\/C. Casey\/Universidade do Texas em Austin\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A gal\u00e1xia AzTECC71 \u00e9 claramente vis\u00edvel no filtro de cor mais vermelho do instrumento NIRCam no Telesc\u00f3pio Espacial James Webb (F444W, extrema direita), mas n\u00e3o nos filtros mais azuis (F115W e 150W, esquerda) \u2014 Foto: . McKinney\/M. Franco\/C. Casey\/Universidade do Texas em Austin<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A gal\u00e1xia &#8220;AzTECC71&#8221; foi detectada primeiro como uma mancha por uma c\u00e2mera do&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/05\/aneis-de-saturno-sao-mais-jovens-do-que-vida-na-terra-calculam-cientistas.ghtml\">Telesc\u00f3pio James Clerk Maxwell, no Hava\u00ed,&nbsp;<\/a>que v\u00ea em comprimentos de onda entre infravermelho distante e micro-ondas. Ent\u00e3o, a equipe COSMOS-Web avistou o objeto nos dados de outra equipe usando o&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/11\/astronomos-descobrem-disco-ao-redor-de-estrela-em-outra-galaxia-pela-1a-vez.ghtml\">telesc\u00f3pio Alma, no Chile<\/a>, que possui maior resolu\u00e7\u00e3o espacial e pode enxergar no infravermelho. Isso permitiu restringir de onde vinha a fonte.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o infravermelho de James Webb, os cientistas encontraram uma gal\u00e1xia fraca exatamente no mesmo lugar, em um comprimento de onda de 4,44 m\u00edcrons. Em comprimentos mais curtos de luz, abaixo de 2,7 m\u00edcrons, ela era invis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipe estima que a gal\u00e1xia est\u00e1 sendo observada em um desvio para o vermelho de cerca de 6, o que se traduz em cerca de 900 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang. &#8220;Mesmo que pare\u00e7a uma pequena mancha, ela est\u00e1 realmente formando centenas de novas estrelas a cada ano&#8221;, afirma Jed McKinney, pesquisador de p\u00f3s-doutorado na Universidade do Texas em Austin, e primeiro autor do estudo,\u00a0<a class=\"\" rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.utexas.edu\/2023\/12\/04\/ghostlike-dusty-galaxy-reappears-in-james-webb-space-telescope-image\/\" target=\"_blank\">em comunicado.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>McKinney considera a descoberta empolgante e acredita que &#8220;isso potencialmente sugere que h\u00e1 uma popula\u00e7\u00e3o inteira de gal\u00e1xias que estiveram escondidas de n\u00f3s.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de James Webb, os astr\u00f4nomos chamavam gal\u00e1xias poeirentas em forma\u00e7\u00e3o estelar de &#8220;gal\u00e1xias escuras de Hubble&#8221;. Essas gal\u00e1xias s\u00e3o dif\u00edceis de ser vistas na luz \u00f3ptica porque grande parte da luz de suas estrelas \u00e9 absorvida por um v\u00e9u de poeira e depois reemitida em comprimentos de onda mais vermelhos (ou mais longos).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;At\u00e9 agora, a \u00fanica maneira de vermos gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo foi de uma&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/espaco\/noticia\/2023\/11\/webb-e-hubble-se-unem-para-gerar-imagem-deslumbrante-de-galaxias-coloridas.ghtml\">perspectiva \u00f3ptica com o Hubble<\/a>&#8220;, disse McKinney. &#8220;Isso significa que nossa compreens\u00e3o da hist\u00f3ria da evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias \u00e9 enviesada porque estamos vendo apenas as gal\u00e1xias n\u00e3o obscurecidas, menos poeirentas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A COSMOS-Web est\u00e1 trabalhando para descobrir mais gal\u00e1xias poeirentas com o James Webb. A equipe recebeu seu primeiro lote de dados em dezembro de 2022, e mais devem chegar at\u00e9 janeiro de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte Galileu<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Objeto misterioso do in\u00edcio do Universo foi detectado primeiro como uma mancha pelo Telesc\u00f3pio James Clerk Maxwell, no Hava\u00ed, e ressurgiu agora em imagem infravermelha O\u00a0Telesc\u00f3pio Espacial James Webb\u00a0conseguiu solucionar um mist\u00e9rio: o paradeiro de uma gal\u00e1xia previamente observada pelo seu &#8220;colega&#8221;\u00a0Hubble. O antigo telesc\u00f3pio da Nasa havia observado o\u00a0objeto\u00a0que, depois, sumiu. 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