{"id":21435,"date":"2024-01-09T10:19:49","date_gmt":"2024-01-09T13:19:49","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=21435"},"modified":"2024-01-09T10:19:50","modified_gmt":"2024-01-09T13:19:50","slug":"entenda-por-que-paredao-de-chapada-dos-guimaraes-mt-com-130-milhoes-de-anos-esta-desmoronando-e-bloqueando-principal-rodovia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/entenda-por-que-paredao-de-chapada-dos-guimaraes-mt-com-130-milhoes-de-anos-esta-desmoronando-e-bloqueando-principal-rodovia\/","title":{"rendered":"Entenda por que pared\u00e3o de Chapada dos Guimar\u00e3es (MT) com 130 milh\u00f5es de anos est\u00e1 desmoronando e bloqueando principal rodovia"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-1474469058\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O tr\u00e2nsito \u00e9 interrompido na rodovia todos os dias, das 8h \u00e0s 14h, para realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de conten\u00e7\u00e3o emergencial. Quando h\u00e1 chuva, a pista tamb\u00e9m \u00e9 bloqueada por seguran\u00e7a.<\/h2>\n\n\n\n<p>Tr\u00eas&nbsp;<strong>desmoronamentos foram registrados na regi\u00e3o do Port\u00e3o do Inferno<\/strong>, na MT-251 \u2013 principal via de acesso a cidade tur\u00edstica&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/cidade\/chapada-dos-guimaraes\/\">Chapada dos Guimar\u00e3es<\/a>, a 65 km de&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/cidade\/cuiaba\/\">Cuiab\u00e1<\/a>&nbsp;\u2013 desde novembro, quando foi divulgado um&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/noticia\/2023\/11\/20\/rachaduras-e-quedas-de-rochas-recentes-sao-apontadas-em-relatorio-sobre-trecho-da-mt-251-com-risco-de-deslizamento.ghtml\">relat\u00f3rio apontando riscos de quedas de rochas dos pared\u00f5es \u00e0s margens da rodovia<\/a>. A regi\u00e3o possui cerca de&nbsp;<strong>130 milh\u00f5es de anos<\/strong>, mas essa \u00e9 a&nbsp;primeira vez que entra em estado cr\u00edtico e bloqueia a estrada.<\/p>\n\n\n\n<p>Por determina\u00e7\u00e3o do governo do estado, o\u00a0<strong>tr\u00e2nsito \u00e9 interrompido na rodovia todos os dias<\/strong>, das 8h \u00e0s 14h, para realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de conten\u00e7\u00e3o emergencial. Quando h\u00e1 chuva, a pista tamb\u00e9m \u00e9 bloqueada,por seguran\u00e7a. A \u00e1rea est\u00e1 sob monitoramento da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Log\u00edstica (Sinfra-MT).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o professor de geologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Caiubi Kuhn, o<strong>&nbsp;<\/strong>desprendimento ocorre porque as rochas que est\u00e3o caindo na pista foram formadas h\u00e1 milh\u00f5es de anos,&nbsp;quando o&nbsp;<strong>munic\u00edpio era um grande deserto<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao\u00a0<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/\"><strong>g1<\/strong><\/a>, o pesquisador explicou que, com o passar do tempo,\u00a0os gr\u00e3os de areia se colaram e viraram pedregulhos. O professor contou que a eros\u00e3o influenciou no processo de desintegra\u00e7\u00e3o das rochas e, consequentemente, nos desabamentos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cAssim como acontece com a\u00e7\u00facar em pote, os gr\u00e3os de areia foram se \u2018colando\u2019 e virando a rocha, propriamente. Aquelas rochas j\u00e1 foram dunas do deserto que existia h\u00e1 milh\u00f5es de anos, por\u00e9m, agora, est\u00e3o sendo erodidas pouco a pouco\u201d, explicou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Diferente de um deslizamento, que ocorre quando a \u00e1gua penetra o subsolo, o desmoronamento acontece quando as rochas possuem rachaduras e fraturas geol\u00f3gicas e, consequentemente,&nbsp;<strong>ressecam e quebram com mais facilidade durante per\u00edodos de estiagem<\/strong>, segundo Caiubi.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEspecificamente nas rochas daquela regi\u00e3o [do Port\u00e3o do Inferno], existem fraturas naturais, que foram causadas por processos geol\u00f3gicos. Durante secas intensas como as vividas nos \u00faltimos anos, essas rochas tamb\u00e9m se ressecam e tendem a se quebrar com mais facilidade. \u00c9 igual a um bolo, quando resseca muito. Quando come\u00e7a a esta\u00e7\u00e3o das chuvas, essas rochas absorvem a \u00e1gua como espoja e ficam mais pesadas. Com isso, \u00e9 mais f\u00e1cil blocos se soltarem\u201d, relatou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/Ub7ycDJgcD0T51fGFr8QzeyycyU=\/0x50:720x1116\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/s\/W\/B7VNreQyABLIOSnAa2hg\/img-20231223-wa0026.jpg\" alt=\"Desmoronamento de rocha registrado na regi\u00e3o em dezembro \u2014 Foto: g1 MT\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Desmoronamento de rocha registrado na regi\u00e3o em dezembro \u2014 Foto: g1 MT<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, Caiubi diz que a&nbsp;<strong>queda de pequenos blocos em um curto per\u00edodo de tempo pode indicar que maiores desmoronamentos est\u00e3o por vir<\/strong>&nbsp;e que, inclusive, \u00e9 necess\u00e1rio que haja uma equipe t\u00e9cnica permanente no local para lidar com a gravidade do caso.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA ocorr\u00eancia de v\u00e1rias pequenas quedas de blocos em um curto per\u00edodo, pode indicar que blocos maiores podem se soltar, mas isso s\u00f3 poder\u00e1 ser identificado por meio de estudos t\u00e9cnicos. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o Port\u00e3o do Inferno que \u00e9 \u00e1rea de risco naquela estrada. Temos v\u00e1rios outros pontos que s\u00e3o \u00e1reas de risco no estado\u201d, ressaltou.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/3I6od2t3XH2aesLZKtZfGJlpL0A=\/0x0:2362x1575\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2024\/U\/A\/dE64PDTtizSZ5uSJBLzw\/contrafortes-mev-0858.jpg\" alt=\"Pared\u00f5es na regi\u00e3o do Port\u00e3o do Inferno tem cerca de 130 milh\u00f5es de anos \u2014 Foto: Marcos Vergueiro\/Secom\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pared\u00f5es na regi\u00e3o do Port\u00e3o do Inferno tem cerca de 130 milh\u00f5es de anos \u2014 Foto: Marcos Vergueiro\/Secom<\/p>\n\n\n\n<p>Caiubi disse ainda que o Port\u00e3o do Inferno \u00e9 usado h\u00e1 s\u00e9culos como ponto de acesso entre Cuiab\u00e1 e Chapada dos Guimar\u00e3es, ent\u00e3o\u00a0<strong>\u00e9 poss\u00edvel que ocorram mais quedas de blocos e deslizamentos.<\/strong>\u00a0Por isso, segundo ele, \u00e9 importante que haja vigil\u00e2ncia frequente no local para que futuros acidentes n\u00e3o aconte\u00e7am.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O mais importante \u00e9 que seja feito nestes locais o monitoramento, as medidas de preven\u00e7\u00e3o necess\u00e1rias e a orienta\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o&#8221;, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Forma\u00e7\u00e3o dos pared\u00f5es de Chapada<\/h2>\n\n\n\n<p>Chapada dos Guimar\u00e3es \u00e9 conhecida pelas belezas naturais e atrai milhares de turistas todos os anos. O Port\u00e3o do Inferno fica em uma curva da rodovia que liga a Cuiab\u00e1 ao munic\u00edpio, e possui pared\u00f5es que chegam a 150 metros de altura.<\/p>\n\n\n\n<p>A ge\u00f3loga e mestre em geoci\u00eancias, Sheila Klener, esclareceu ao&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/\"><strong>g1&nbsp;<\/strong><\/a>que o munic\u00edpio de Chapada dos Guimar\u00e3es \u00e9 formado por rochas sedimentares inseridas em uma estrutura geol\u00f3gica chamada Bacia Sedimentar do Paran\u00e1. De acordo com a pesquisadora, as pedras que est\u00e3o caindo s\u00e3o formadas pela consolida\u00e7\u00e3o dos fragmentos de outras rochas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cNa regi\u00e3o espec\u00edfica do Port\u00e3o do Inferno, s\u00e3o encontrados arenitos, que como o pr\u00f3prio nome diz, s\u00e3o rochas formadas a partir da sedimenta\u00e7\u00e3o de areia. O relevo como vemos hoje, \u00e9 um conjunto de formas que desenham a superf\u00edcie do planeta. O relevo se forma a partir da movimenta\u00e7\u00e3o de placas tect\u00f4nicas e tamb\u00e9m dos agentes intemp\u00e9ricos que s\u00e3o o clima, a a\u00e7\u00e3o dos ventos, da \u00e1gua, micro-organismos, vegeta\u00e7\u00e3o e ainda da a\u00e7\u00e3o humana\u201d, pontuou.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>No dia 11 de dezembro, a regi\u00e3o do&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/noticia\/2023\/12\/12\/em-menos-de-24h-portao-do-inferno-registra-dois-deslizamentos-de-terra.ghtml\">Port\u00e3o do Inferno registrou dois desmoronamentos de rochas em menos de 24 horas<\/a>. Durante a tarde, motoristas que passavam no local gravaram parte das rochas ca\u00eddas na pista. \u00c0 noite, outro v\u00eddeo mostra policiais atuando na libera\u00e7\u00e3o da via, bloqueada por outro deslizamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Batalh\u00e3o de Tr\u00e2nsito Urbano e Rodovi\u00e1rio da Pol\u00edcia Militar (BPMTRAN), no deslizamento registrado durante a tarde, n\u00e3o houve carros atingidos e nem pessoas feridas. Uma equipe da Prefeitura de Chapada dos Guimar\u00e3es fez a limpeza da pista e a rodovia foi liberada 16h30.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no dia 23 de dezembro,&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/noticia\/2023\/12\/23\/deslizamento-de-rocha-e-registrado-no-portao-do-inferno-e-mt-251-fica-interditada.ghtml\">um novo deslizamento de rocha foi registrado na regi\u00e3o da MT-251<\/a>, em Chapada dos Guimar\u00e3es. De acordo com a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Log\u00edstica (Sinfra-MT), a rodovia ficou completamente interditada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Interdi\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Em dezembro, o governo publicou uma portaria que&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mt\/mato-grosso\/noticia\/2023\/12\/13\/apos-deslizamentos-regiao-do-portao-do-inferno-e-interditada-na-mt-251.ghtml\">interdita o tr\u00e1fego de ve\u00edculos de carga na regi\u00e3o do Port\u00e3o do Inferno<\/a>. Est\u00e1 permitido apenas o tr\u00e2nsito de ve\u00edculos de carga com at\u00e9 14 metros de comprimento, 29 toneladas de peso bruto total, al\u00e9m de permitir que ve\u00edculos passem pelo local em dias \u00fateis e em outros trechos da rodovia.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 proibida a passagem de ve\u00edculos como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Micro-\u00f4nibus<\/li>\n\n\n\n<li>\u00d4nibus, incluindo de viagem<\/li>\n\n\n\n<li>Reboque ou semi-reboque<\/li>\n\n\n\n<li>Caminh\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Caminhonete transportando carga, exceto bagagem<\/li>\n\n\n\n<li>Caminh\u00e3o-trator<\/li>\n\n\n\n<li>Motor-casa<\/li>\n\n\n\n<li>Ve\u00edculo automotor de transporte coletivo com capacidade para at\u00e9 vinte passageiros<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Risco apontado em relat\u00f3rio<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/LePejzdHDZMhTr8jWk0c_ujZUvE=\/0x0:1600x1600\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2023\/N\/z\/6lNw4jSQCYnAspIqyaZA\/whatsapp-image-2023-11-14-at-12.35.43.jpeg\" alt=\"Pontos 7, 8 e 9, considerados os os mais cr\u00edticos, segundo relat\u00f3rio \u2014 Foto: Azambuja Engenharia e Geotecnia\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pontos 7, 8 e 9, considerados os os mais cr\u00edticos, segundo relat\u00f3rio \u2014 Foto: Azambuja Engenharia e Geotecnia<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com um of\u00edcio feito pela Secretaria Estadual de Infraestrutura e Log\u00edstica (Sinfra-MT), foi constatado risco de deslizamento desde 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>O relat\u00f3rio feito neste ano por uma empresa de consultoria especializada identificou 10 locais com riscos de acidente geot\u00e9cnico. Tr\u00eas pontos s\u00e3o considerados de criticidade elevada. O documento cita que as rochas apresentam folhelhos alternados com arenitos e que o sistema \u00e9 muito drenante, fazendo com que a \u00e1gua se infiltre.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os problemas de estabilidade est\u00e3o relacionados com a compartimenta\u00e7\u00e3o dos blocos de arenitos. Durante chuvas torrenciais, a press\u00e3o de \u00e1gua favorece movimentos de tombamento desses blocos. Os blocos mais altos se tornam mais propensos a movimentos de rolamento. Esses arenitos caem em blocos individualizados e por fraturas&#8221;, diz o estudo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quatro solu\u00e7\u00f5es indicadas pela empresa e impactos ambientais cada um apresenta:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>N\u00e3o duplica\u00e7\u00e3o e estabiliza\u00e7\u00e3o das escarpas:<\/strong>&nbsp;H\u00e1 pouca interfer\u00eancia na \u00e1rea do parque, ficando restrita \u00e0s imedia\u00e7\u00f5es da faixa de dom\u00ednio da rodovia. A obra ficaria em R$ 228 milh\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Duplica\u00e7\u00e3o mantendo o tra\u00e7ado atual, estabiliza\u00e7\u00e3o das encostas e nova Obra de Arte Especial (OAE) dupla:&nbsp;<\/strong>Tamb\u00e9m pouca interfer\u00eancia na \u00e1rea do parque, com pouco alargamento da rodovia. Estrada com n\u00edvel de servi\u00e7o compat\u00edvel com as necessidades locais. A obra ficaria em R$ 276,4 milh\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Duplica\u00e7\u00e3o com t\u00fanel longo:&nbsp;<\/strong>Obra com interfer\u00eancia apenas nos acessos aos emboques. \u00c9 necess\u00e1rio identificar a quantidade de bota-fora para a constru\u00e7\u00e3o do t\u00fanel. Ainda existem custos operacionais. Os riscos de desmoronamento s\u00e3o menores. A obra ficaria em R$ 1,9 bilh\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Duplica\u00e7\u00e3o com t\u00fanel curto:&nbsp;<\/strong>Obra que separa da via o Port\u00e3o do Inferno e permite melhor aproveitamento do potencial paisag\u00edstico. Combina as vantagens e desvantagens das solu\u00e7\u00f5es de t\u00faneis e de duplica\u00e7\u00e3o. A obra ficaria em R$ 450 milh\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Fonte G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O tr\u00e2nsito \u00e9 interrompido na rodovia todos os dias, das 8h \u00e0s 14h, para realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de conten\u00e7\u00e3o emergencial. Quando h\u00e1 chuva, a pista tamb\u00e9m \u00e9 bloqueada por seguran\u00e7a. Tr\u00eas&nbsp;desmoronamentos foram registrados na regi\u00e3o do Port\u00e3o do Inferno, na MT-251 \u2013 principal via de acesso a cidade tur\u00edstica&nbsp;Chapada dos Guimar\u00e3es, a 65 km de&nbsp;Cuiab\u00e1&nbsp;\u2013 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":21436,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"rop_custom_images_group":[],"rop_custom_messages_group":[],"rop_publish_now":"initial","rop_publish_now_accounts":[],"rop_publish_now_history":[],"rop_publish_now_status":"pending","footnotes":""},"categories":[189],"tags":[],"class_list":["post-21435","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21435","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21435"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21435\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21437,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21435\/revisions\/21437"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21436"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21435"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21435"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21435"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}