{"id":21503,"date":"2024-01-12T11:05:23","date_gmt":"2024-01-12T14:05:23","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=21503"},"modified":"2024-01-12T11:05:24","modified_gmt":"2024-01-12T14:05:24","slug":"verao-pode-aumentar-o-risco-de-calculo-renal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/verao-pode-aumentar-o-risco-de-calculo-renal\/","title":{"rendered":"Ver\u00e3o pode aumentar o risco de c\u00e1lculo renal"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-3881990408\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<p><strong>Dados da Sociedade Brasileira de Urologia demonstram que a incid\u00eancia da doen\u00e7a nessa \u00e9poca aumenta, em m\u00e9dia, 30% na compara\u00e7\u00e3o com outros per\u00edodos do ano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Chegou o ver\u00e3o, temporada de descanso e de viagens para muitas fam\u00edlias brasileiras. Mas a mudan\u00e7a de h\u00e1bitos alimentares por parte da grande maioria das pessoas, como o baixo consumo de \u00e1gua, maior ingest\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas, de refrigerantes e consumo de comidas com alto teor de sal, \u00e9 tamb\u00e9m motivo de alerta para um problema que afeta entre \u00a010% \u00a0a 12% da popula\u00e7\u00e3o adulta do pa\u00eds, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia. Estamos falando dos c\u00e1lculos renais, popularmente conhecidos como pedras nos rins.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme estudo da Sociedade Brasileira de Urologia, a incid\u00eancia da doen\u00e7a no ver\u00e3o aumenta, em m\u00e9dia, 30% na compara\u00e7\u00e3o com outros per\u00edodos do ano. Segundo explica o m\u00e9dico urologista Rodrigo Rosa Lima, que tamb\u00e9m \u00e9 cirurgi\u00e3o rob\u00f3tico e especialista em Transplante Renal pela Universidade de Bras\u00edlia, os c\u00e1lculos renais surgem do excesso de c\u00e1lcio e \u00e1cido \u00farico em excesso na urina, formando cristais nas vias urin\u00e1rias e rins, que t\u00eam como uma das principais fun\u00e7\u00f5es filtrar impurezas do sangue. &#8220;O calor excessivo e umidade reduzida, que contribuem para que o paciente perca mais l\u00edquido. A urina concentrada tamb\u00e9m favorece essa forma\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos urin\u00e1rios&#8221;, afirma Rodrigo Lima, ao explicar sobre outras causas para as pedras nos rins.<\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00e9dico diz tamb\u00e9m que esse l\u00edquido perdido pelo organismo n\u00e3o \u00e9 reposto da maneira correta pelas pessoas. \u201cO ideal, com o calor do ver\u00e3o, \u00e9 que o consumo de \u00e1gua seja ainda maior e o consumo de \u00e1lcool precisa ser moderado ou evitado nesta \u00e9poca\u201d, explica o especialista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele tamb\u00e9m diz que fatores naturais, doen\u00e7as gen\u00e9ticas tamb\u00e9m est\u00e3o relacionados a um risco maior da pessoa desenvolver c\u00e1lculos renais, al\u00e9m do pr\u00f3prio hist\u00f3rico familiar. &#8220;Quem tem parentes com pedras nos rins deve ter mais aten\u00e7\u00e3o e fazer exames para descobrir se tamb\u00e9m pode apresentar a doen\u00e7a&#8221;, completa o urologista. O m\u00e9dico ainda acrescenta que a incid\u00eancia da doen\u00e7a \u00e9 maior entre adultos jovens, especialmente entre os &nbsp;20 e 35 anos, no p\u00fablico feminino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tratamento e sintomas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o m\u00e9dico, os sintomas e o tratamento do c\u00e1lculo renal dependem muito do tamanho e da localiza\u00e7\u00e3o das pedras. &#8220;Quando os c\u00e1lculos est\u00e3o dentro do rim, nas cavidades urin\u00e1rias renais, que chamamos de c\u00e1lices renais, n\u00e3o costumam trazer dor ao paciente, a n\u00e3o ser que sejam muito volumosos ou com quadro infeccioso associado. C\u00e1lculos renais pequenos, de 7 a 8 mm, costumam n\u00e3o trazer sintomas para o paciente. Quando os c\u00e1lculos ultrapassam esse tamanho, dentro do rim, existe um risco maior de complica\u00e7\u00f5es com o passar dos anos, e nessas situa\u00e7\u00f5es, j\u00e1 indicamos tratamento. C\u00e1lculos acima de 7 mm raramente s\u00e3o eliminados espontaneamente, sendo necess\u00e1ria a indica\u00e7\u00e3o cir\u00fargica&#8221;, explica Rodrigo Lima.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando n\u00e3o s\u00e3o muito volumosos, o tratamento desses c\u00e1lculos podem ser fito por meio de medicamentos analg\u00e9sicos, que devem ser indicados por um profissional m\u00e9dico, aliado com o aumento do consumo de \u00e1gua, para eliminar mais facilmente as pedras de forma natural.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com o urologista, esse c\u00e1lculo, alguma vezes pode se mover do rim para o canal ureter, que drena a urina at\u00e9 a bexiga. &#8220;Nesses casos o paciente apresenta a c\u00f3lica renal aguda, quadro que costuma necessitar de analgesia venosa e atendimento de urg\u00eancia. Al\u00e9m da dor intensa, o paciente pode sofrer com sudorese (suor excessivo), n\u00e1useas e v\u00f4mitos&#8221;, esclarece.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para evitar a incid\u00eancia dos c\u00e1lculos renais o m\u00e9dico Rodrigo Lima lista alguns h\u00e1bitos simples, mas que fazem toda a diferen\u00e7a para evitar o problema:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Beba \u00e1gua<\/strong>\u00a0&#8211; Beba muita \u00e1gua todos os dias. \u00a0O recomendado \u00e9 consumir 35 ml de \u00e1gua por cada quilograma de peso corporal. Ou seja, se uma pessoa adulta pesa 70 quilos, o ideal \u00e9 que ela consuma 2 litros e 400 ml de \u00e1gua por dia. \u201cQuanto mais \u00e1gua consumimos, mais dilu\u00edmos os sais na urina, reduzindo risco de forma\u00e7\u00e3o das pedras&#8221;, orienta o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Menos s\u00f3dio<\/strong>&nbsp;&#8211; Reduza o consumo de s\u00f3dio, ou sal. Evite a ingest\u00e3o excessiva de alimentos que contenham alto teor de s\u00f3dio, como enlatados, salgados industriais e &nbsp;refrigerantes, que apesar de doces t\u00eam alta quantidade de sal em sua composi\u00e7\u00e3o. \u201cO aumento do sal na urina favorece a forma\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos&#8221;, completa o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Consumo de prote\u00ednas&nbsp;<\/strong>&#8211; Outro cuidado a ser tomado \u00e9 evitar o consumo excessivo de prote\u00ednas, como carnes e suplementos proteicos em p\u00f3. \u201cAs prote\u00ednas, em excesso, cristalizam mais na urina, aumentando a chance de surgir novas pedras&#8221;, informa o m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Frutas c\u00edtricas<\/strong>\u00a0&#8211; Insira o consumo maior de frutas c\u00edtricas na sua dieta, como laranja, lim\u00e3o, abacaxi, acerola, entre outras. \u201cEsses alimentos s\u00e3o ricos em citrato, uma subst\u00e2ncia natural que reduz a agrega\u00e7\u00e3o dos sais na urina&#8221;, explica Rodrigo Lima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio f\u00edsico\u00a0<\/strong>&#8211; Mesmo de f\u00e9rias, mantenha a rotina de exerc\u00edcios f\u00edsicos. Estudos evidenciam que pacientes sedent\u00e1rios formam mais c\u00e1lculos urin\u00e1rios do que aqueles que realizam atividade f\u00edsica regular.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte Lifestyle ao minuto <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados da Sociedade Brasileira de Urologia demonstram que a incid\u00eancia da doen\u00e7a nessa \u00e9poca aumenta, em m\u00e9dia, 30% na compara\u00e7\u00e3o com outros per\u00edodos do ano Chegou o ver\u00e3o, temporada de descanso e de viagens para muitas fam\u00edlias brasileiras. 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