{"id":24078,"date":"2024-08-13T19:55:23","date_gmt":"2024-08-13T22:55:23","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=24078"},"modified":"2024-08-13T19:55:24","modified_gmt":"2024-08-13T22:55:24","slug":"paulo-freire-apresenta-viola-rosa-e-sertao-em-indaiatuba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/paulo-freire-apresenta-viola-rosa-e-sertao-em-indaiatuba\/","title":{"rendered":"Paulo Freire apresenta\u00a0Viola, Rosa e Sert\u00e3o em Indaiatuba"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-3468956727\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<p>Foi a partir da experi\u00eancia de ter vivido em Urucuia, no extremo noroeste de Minas Gerais, regi\u00e3o que inspirou Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa a escrever seu romance \u201cgrande Sert\u00e3o: Veredas\u201d, que o violeiro Paulo Freire criou espet\u00e1culo&nbsp;<em class=\"\">Viola Rosa e Sert\u00e3o<\/em>, que traz a m\u00fasica do interior do Brasil, a m\u00fasica que vem desde o in\u00edcio de sua carreira transformando e influenciando suas cria\u00e7\u00f5es.&nbsp;<strong>A apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 em Indaiatuba, no Casar\u00e3o Pau Preto,&nbsp; no dia 16 de agosto, \u00e0s 20 horas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste show em formato solo, Paulo Freire vai mostrar as m\u00fasicas e causos do mundo que cerca a viola &#8211; desde o santo padroeiro dos violeiros (S\u00e3o Gon\u00e7alo, que tamb\u00e9m \u00e9 santo da fertilidade), passando pelas Folias de Reis, at\u00e9 o famoso pacto com o diabo. Mostrar\u00e1 tamb\u00e9m a import\u00e2ncia do sert\u00e3o neste aprendizado atrav\u00e9s dos \u201ctoques de viola\u201d, ponteados que representam as movimenta\u00e7\u00f5es e desafios entre os animais.<\/p>\n\n\n\n<p>O repert\u00f3rio conta com m\u00fasicas inspiradas no cotidiano do sertanejo, al\u00e9m de divertidos cocos de viola &#8211; can\u00e7\u00f5es t\u00edpicas dos vaqueiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em class=\"\">Viola Rosa e Sert\u00e3o<\/em>&nbsp;\u00e9 um projeto de circula\u00e7\u00e3o dos shows, viabilizado pelo Programa de A\u00e7\u00e3o Cultural (ProAC) do Estado de S\u00e3o Paulo, com a elabora\u00e7\u00e3o, gest\u00e3o e&nbsp;coordena\u00e7\u00e3o geral do projeto&nbsp;de Gisella Gon\u00e7alves, da Borand\u00e1 Produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre Paulo Freire<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estudou viol\u00e3o com Henrique Pinto, em S\u00e3o Paulo, e Betho Davesaky, em Paris. Em 1977, apaixonado pelo romance \u201cGrande Sert\u00e3o: Veredas\u201d, de Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa, foi morar no Norte de Minas Gerais, regi\u00e3o do rio Urucuia. Aprendeu a tocar viola com Manoel de Oliveira e outros mestres da regi\u00e3o. Aprofundou-se nos costumes e lendas do sert\u00e3o e posteriormente, tocou as violas e comp\u00f4s m\u00fasicas para o seriado \u201cGrande Sert\u00e3o: Veredas\u201d, da TV Globo.<\/p>\n\n\n\n<p>Morou em Paris de 1982 a 1985. Al\u00e9m de estudar viol\u00e3o cl\u00e1ssico, atuou em grupos de M\u00fasica Popular Brasileira em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa e na Arg\u00e9lia. Comp\u00f4s trilhas especiais para mat\u00e9rias do programa \u201cGlobo Rural\u201d, da TV Globo (entre elas \u201cEscola de Pe\u00f5es\u201d &#8211; Pr\u00eamio Wladimir Herzog de Direitos Humanos, em 1993 e \u201cO Umbu\u201d &#8211; Pr\u00eamio Febraban, em 1994). Comp\u00f4s, em parceria com Swami J\u00fanior, a can\u00e7\u00e3o \u201cBom Dia\u201d, gravada por Zizi Possi no disco \u201cValsa Brasileira\u201d (Pr\u00eamio SHARP &#8211; melhor disco do ano, em 1994).<\/p>\n\n\n\n<p>Publicou os romances \u201cO Canto dos Passos\u201d, em 1988, e \u201cZ\u00e9 Quinha e Z\u00e9 C\u00e3o, vai ouvindo&#8230;\u201d, em 1993. Seu primeiro disco solo de Viola, \u201cRio Abaixo\u201d, em 1995, recebeu o Pr\u00eamio SHARP de Revela\u00e7\u00e3o Instrumental. Escreve o livro \u201cEu Nasci Naquela Serra\u201d, biografia dos compositores paulistas Angelino de Oliveira, Raul Torres e Serrinha, em 1996, narrando a vida destes grandes compositores (autores de \u201cTristezas do Jeca\u201d, \u201cSaudades de Mat\u00e3o\u201d, \u201cCabocla Tereza\u201d, \u201cChit\u00e3ozinho e Xoror\u00f3\u201d, entre outras), em que conta a hist\u00f3ria da m\u00fasica caipira, at\u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o desta no g\u00eanero sertanejo.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ou o CD solo \u201cS\u00e3o Gon\u00e7alo\u201d, em 1998. Participa da s\u00e9rie \u201cVioleiros do Brasil\u201d, televisionada pela TV Cultura e lan\u00e7ada em CD pelo selo N\u00facleo Contempor\u00e2neo. Entrou para o grupo ANIMA, e lan\u00e7ou o CD \u201cEspeciarias\u201d, que recebe o Pr\u00eamio Carlos Gomes, melhor grupo de c\u00e2mera em 2000. Gravou uma vers\u00e3o da m\u00fasica Boi da Cara Preta para o selo americano Ellipsis Arts, na colet\u00e2nea Papa\u2019s Lullaby, lan\u00e7ado por esta gravadora em junho de 2001, recebendo o Pr\u00eamio Silver Parents Choice \u2013 EUA.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O: VIOLA ROSA E SERT\u00c3O<br class=\"\"><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Data e hor\u00e1rio: 16 de agosto, \u00e0s 20 horas&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Local: Casar\u00e3o Cultural Pau Preto &#8211; R. Pedro Gon\u00e7alves, 477 &#8211; Centro, Indaiatuba &#8211; SP<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entrada gratuita<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi a partir da experi\u00eancia de ter vivido em Urucuia, no extremo noroeste de Minas Gerais, regi\u00e3o que inspirou Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa a escrever seu romance \u201cgrande Sert\u00e3o: Veredas\u201d, que o violeiro Paulo Freire criou espet\u00e1culo&nbsp;Viola Rosa e Sert\u00e3o, que traz a m\u00fasica do interior do Brasil, a m\u00fasica que vem desde o in\u00edcio de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24079,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"rop_custom_images_group":[],"rop_custom_messages_group":[],"rop_publish_now":"initial","rop_publish_now_accounts":[],"rop_publish_now_history":[],"rop_publish_now_status":"pending","footnotes":""},"categories":[188],"tags":[],"class_list":["post-24078","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-indaiatuba"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24078","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24078"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24078\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24080,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24078\/revisions\/24080"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24079"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24078"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24078"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24078"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}