{"id":24204,"date":"2024-08-26T15:40:51","date_gmt":"2024-08-26T18:40:51","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=24204"},"modified":"2024-08-26T15:40:52","modified_gmt":"2024-08-26T18:40:52","slug":"mais-da-metade-dos-estados-no-pais-enfrenta-o-pior-periodo-de-seca-em-44-anos-diz-cemaden","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/mais-da-metade-dos-estados-no-pais-enfrenta-o-pior-periodo-de-seca-em-44-anos-diz-cemaden\/","title":{"rendered":"Mais da metade dos estados no pa\u00eds enfrenta o pior per\u00edodo de seca em 44 anos, diz Cemaden"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-2263484455\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dados exclusivos mostram que de maio a agosto, 16 estados e o Distrito Federal nunca enfrentaram uma estiagem t\u00e3o severa desde os anos 80.<\/h2>\n\n\n\n<p>Cidades sufocadas pelas queimadas e pela fuma\u00e7a. Rios expostos e animais morrendo pela falta de \u00e1gua. O setor hidrel\u00e9trico em alerta devido \u00e0 baixa nos reservat\u00f3rios. O ar t\u00e3o seco que \u00e9 dif\u00edcil respirar.\u00a0<strong>Esse \u00e9 o cen\u00e1rio causado pelo pior per\u00edodo seco j\u00e1 enfrentado por mais da metade do pa\u00eds nos \u00faltimos 40 anos<\/strong>, segundo levantamento exclusivo do Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) feito a pedido do\u00a0<strong>g1<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a1\ufe0f&nbsp;<strong>Das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o, 16 estados e o Distrito Federal enfrentam a pior estiagem j\u00e1 vista no per\u00edodo&nbsp;<\/strong>de maio a agosto, desde os anos 1980. Na lista est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Amazonas<\/li>\n\n\n\n<li>Acre<\/li>\n\n\n\n<li>Rond\u00f4nia<\/li>\n\n\n\n<li>Mato Grosso<\/li>\n\n\n\n<li>Par\u00e1<\/li>\n\n\n\n<li>Mato Grosso do Sul<\/li>\n\n\n\n<li>Goi\u00e1s<\/li>\n\n\n\n<li>Minas Gerais<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00e3o Paulo<\/li>\n\n\n\n<li>Paran\u00e1<\/li>\n\n\n\n<li>Rio de Janeiro<\/li>\n\n\n\n<li>Esp\u00edrito Santo<\/li>\n\n\n\n<li>Bahia<\/li>\n\n\n\n<li>Piau\u00ed<\/li>\n\n\n\n<li>Maranh\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Tocantins<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O Cemaden \u00e9 ligado ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia (MCTI) e \u00e9 respons\u00e1vel pelo fornecimento de dados ao governo federal sobre o cen\u00e1rio. Ana Paula Cunha, especialista no monitoramento de secas do \u00f3rg\u00e3o, explica que, al\u00e9m de extensa pelo pa\u00eds,&nbsp;<strong>\u00e9 a primeira vez em anos de monitoramento que se observa uma seca t\u00e3o longa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A gente nunca tinha visto de forma t\u00e3o expandida pelo pa\u00eds, fora dos estados do semi\u00e1rido, uma seca t\u00e3o longa. J\u00e1 s\u00e3o 12 meses de dura\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 um cen\u00e1rio muito preocupante.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Ana Paula Cunha, especialista em secas e pesquisadora do Cemaden.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/U7wHvMKJzpJmgeyCC21QI9Q27_Q=\/0x0:1200x1512\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2024\/s\/W\/30MTgxQMeaXnJuFyXjkQ\/260824-info-estados-pior-seca-44-anos-vale.png\" alt=\"Mais da metade do pa\u00eds enfrenta a pior seca em 44 anos \u2014 Foto: Arte\/g1\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Mais da metade do pa\u00eds enfrenta a pior seca em 44 anos \u2014 Foto: Arte\/g1<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cronologia da seca<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u27a1\ufe0f<strong>&nbsp;Os primeiros registros foram feitos em junho de 2023<\/strong>, com a chegada do El Ni\u00f1o, que mudou os ciclos de chuva pelo pa\u00eds.<\/li>\n\n\n\n<li>\u27a1\ufe0f Ali,\u00a0<strong>a expectativa era de que o per\u00edodo chuvoso em outubro de 2023 pudesse amenizar o impacto<\/strong>, mas n\u00e3o foi isso que aconteceu. Com muitos bloqueios atmosf\u00e9ricos, que impediram que as frentes frias avan\u00e7assem, o \u00edndice ficou abaixo da m\u00e9dia em quase todo o pa\u00eds, com exce\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul.\u00a0<strong>A regi\u00e3o Norte viveu a pior seca j\u00e1 vista at\u00e9 ent\u00e3o<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>\u27a1\ufe0f<strong>&nbsp;No in\u00edcio de 2024<\/strong>, os especialistas estavam esperan\u00e7osos por uma tr\u00e9gua, mas isso n\u00e3o aconteceu. O El Ni\u00f1o se encerrou,&nbsp;mas o aquecimento do Atl\u00e2ntico Tropical Norte, reflexo do aquecimento global, fez com que o padr\u00e3o de chuvas continuasse alterado e, com isso, ela seguiu abaixo da m\u00e9dia.<\/li>\n\n\n\n<li>\u27a1\ufe0f Enquanto tudo isso acontecia, o pa\u00eds bateu recorde de temperaturas m\u00e1ximas. Isso tornou tudo ainda mais seco porque faz aumentar a evapotranspira\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o movimento das \u00e1guas dos rios evaporarem.<strong>&nbsp;Em geral, elas se transformam em umidade e, depois, voltam ao rio com chuva. Mas isso n\u00e3o estava acontecendo.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/49c1TpbQb6pxdFppw1AkoRDi0n8=\/0x0:1920x1080\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2024\/X\/q\/hPotwgSvqlITGlFGNeOg\/jnac-mns-seca-atualiza-canais.mxf-snapshot-00.03.009.jpg\" alt=\"Seca no Amazonas afeta navega\u00e7\u00e3o \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Rede Amaz\u00f4nica\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Seca no Amazonas afeta navega\u00e7\u00e3o \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Rede Amaz\u00f4nica<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, o Brasil completa 12 meses sob o efeito de seca na maior parte do mapa.&nbsp;O ranking do Cemaden aponta que, em v\u00e1rios trechos, 16 estados registraram o pior \u00edndice no per\u00edodo em 44 anos, mas a estiagem se prolonga por quase todas as unidades da federa\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul, por\u00e9m com intensidade menor.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje,&nbsp;<strong>mais de 3,8 mil cidades est\u00e3o com alguma classifica\u00e7\u00e3o de seca (de fraca a excepcional)<\/strong>.&nbsp;O \u00edndice de seca \u00e9 calculado com base no \u00edndice de chuva, variando conforme a proximidade ou dist\u00e2ncia da m\u00e9dia e per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udea8 Para se ter uma no\u00e7\u00e3o,<strong>\u00a0o n\u00famero de cidades nessa situa\u00e7\u00e3o aumentou quase 60% entre julho e agosto<\/strong>\u00a0e, segundo o Cemaden, os n\u00fameros de agosto ainda s\u00e3o uma pr\u00e9via e at\u00e9 o fim do m\u00eas o cen\u00e1rio pode piorar.<\/p>\n\n\n\n<p>No Sudeste, por exemplo, das 1668 cidades, 1666 est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de seca.&nbsp;<em>(Confira abaixo a situa\u00e7\u00e3o na sua cidade)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Quanto mais tempo esse cen\u00e1rio durar, mais impactos ele causa, mas mais que isso, \u00e9 mais dif\u00edcil ainda de recuperar. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave que \u00e9 preciso ciclos de chuva acima da m\u00e9dia para ajudar a amenizar e isso n\u00e3o vai acontecer no pr\u00f3ximo ciclo. N\u00e3o vai ser o suficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Ana Paula Cunha, especialista em secas e pesquisadora do Cemaden.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"flourish-header-title\">Brasil tem mais de 3,8 mil cidades em situa\u00e7\u00e3o de seca<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E no que isso impacta?<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Menos \u00e1gua e energia mais cara<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A falta de chuva com o aumento da temperatura vem afetando os rios pelo Brasil.&nbsp;A maior parte das bacias est\u00e1 sob classifica\u00e7\u00e3o de seca, segundo o Cemaden, que tamb\u00e9m faz o monitoramento de rios pelo pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A hidr\u00f3loga e pesquisadora do \u00f3rg\u00e3o, Adriana Cuertas, explica que a estiagem prolongada n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 fazendo a \u00e1gua desaparecer mais r\u00e1pido que antes, principalmente na regi\u00e3o Norte, mas dificultando a recupera\u00e7\u00e3o e sobreviv\u00eancia dos rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses ciclos de seca s\u00e3o preocupantes para as bacias. O rio sobrevive com a \u00e1gua do len\u00e7ol fre\u00e1tico, que passa abaixo dele. Se n\u00e3o tem chuva, esse len\u00e7ol n\u00e3o \u00e9 alimentado e com tanto tempo sem repor \u00e1gua, isso dificulta a recupera\u00e7\u00e3o. J\u00e1 estamos vendo rios menores, de cabeceiras, desaparecerem com o tempo em alguns pontos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Adriana Cuertas, hidr\u00f3loga e pesquisadora do Cemaden.<\/p>\n\n\n\n<p>A descida dos rios j\u00e1 vem mostrando impactos. No Norte, h\u00e1 dezenas de cidades em alerta, com as autoridades pedindo que estoquem alimentos. A navega\u00e7\u00e3o em algumas \u00e1reas, principal meio de transporte, j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o afeta s\u00f3 as comunidades locais, mas tamb\u00e9m a economia nacional com o escoamento de produtos da zona franca de Manaus, por exemplo.<strong>&nbsp;Em 2023, as empresas anunciaram gastos de R$1,4 bilh\u00e3o pela falta de \u00e1gua, o que impactou o pre\u00e7o dos produtos que s\u00e3o distribu\u00eddos pelo pa\u00eds.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a gera\u00e7\u00e3o de energia. Na semana passada, o Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS) disse que com\u00a0a baixa nos rios do Norte teria que diminuir o uso das usinas hidrel\u00e9tricas.\u00a0<strong>O nosso sistema \u00e9 interligado e a regi\u00e3o \u00e9 importante para a gera\u00e7\u00e3o de energia nacional<\/strong>. Com isso,\u00a0o \u00f3rg\u00e3o anunciou que vai acionar termel\u00e9tricas para o refor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E n\u00e3o s\u00f3 isso:&nbsp;<\/strong>as bacias do Sudeste que alimentam o sistema hidrel\u00e9trico tamb\u00e9m est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o extrema, aponta o levantamento do Cemaden.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo diz que h\u00e1 energia suficiente de v\u00e1rias fontes para abastecer e n\u00e3o h\u00e1 risco de apag\u00e3o, mas os especialistas em energia alertam que isso pode acabar encarecendo a energia em todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMedidas emergenciais acabam impactando no custo da gera\u00e7\u00e3o da energia, que termina no bolso do consumidor. E n\u00e3o estamos falando s\u00f3 na conta de luz, mas em toda a produ\u00e7\u00e3o, que impacta at\u00e9 no pre\u00e7o dos alimentos da cesta b\u00e1sica. \u00c9 preciso olhar para as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e come\u00e7ar a pensar em maneiras de impedir que isso avance \u201d, Luiz Barata aqui.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Queimadas pelo pa\u00eds<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A seca deixa a vegeta\u00e7\u00e3o ressecada e mais vulner\u00e1vel ao fogo, que vem sendo v\u00edtima da a\u00e7\u00e3o humana. Com isso, um pequeno foco de inc\u00eandio pode se alastrar por quil\u00f4metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Este ano, com a seca, a temporada de queimadas come\u00e7ou antes do previsto e mais grave do que antes, o que preocupa especialistas. Geralmente, o fogo come\u00e7a em setembro, que \u00e9 tamb\u00e9m o pico do per\u00edodo seco.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o n\u00famero de focos de inc\u00eandio registrados no pa\u00eds \u00e9 o pior em 14 anos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s nunca vimos esses \u00edndices de inc\u00eandio no pa\u00eds dessa forma, principalmente nessa \u00e9poca do ano. Isso acontece pela seca, mas se soma ao fator humano. Sabendo que estamos mais vulner\u00e1veis, \u00e9 preciso impedir o fogo, proibir seu uso para manejo da terra com o pa\u00eds t\u00e3o vulner\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Luiz Arag\u00e3o, pesquisador do Inpe e que atua no monitoramento de queimadas.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 julho, o Pantanal bateu a marca de 800 mil hectares queimados pelo fogo neste ano, o que \u00e9 um recorde segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udd25 A Amaz\u00f4nia Legal registrou at\u00e9 julho o maior n\u00famero de focos de fogo em 19 anos. Na \u00faltima semana, a fuma\u00e7a da queimada na regi\u00e3o chegou ao Sul do Brasil e se espalhou por mais de dez estados.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim de semana, quase cidades em S\u00e3o Paulo estavam em alerta por causa das queimadas. A onda de inc\u00eandios destruiu mais de 20 mil hectares e obrigou mais de 800 pessoas a sa\u00edrem de casa, segundo o governo estadual.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto isso, o Cerrado tamb\u00e9m est\u00e1 em chamas. Nesta segunda-feira (26) havia fogos ativos no bioma nos estados de Minas Gerais, Goi\u00e1s, Mato Grosso e Tocantins. Segundo o levantamento do Inpe, o m\u00eas de agosto at\u00e9 agora j\u00e1 \u00e9 pior que o do ano passado, passando de 3,9 mil focos de fogo para 5,5 mil.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados exclusivos mostram que de maio a agosto, 16 estados e o Distrito Federal nunca enfrentaram uma estiagem t\u00e3o severa desde os anos 80. Cidades sufocadas pelas queimadas e pela fuma\u00e7a. Rios expostos e animais morrendo pela falta de \u00e1gua. O setor hidrel\u00e9trico em alerta devido \u00e0 baixa nos reservat\u00f3rios. 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