{"id":2948,"date":"2021-11-12T13:17:55","date_gmt":"2021-11-12T16:17:55","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=2948"},"modified":"2021-11-12T13:17:57","modified_gmt":"2021-11-12T16:17:57","slug":"semana-da-consciencia-negra-reune-arte-e-musica-entre-os-dias-16-a-21-de-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/semana-da-consciencia-negra-reune-arte-e-musica-entre-os-dias-16-a-21-de-novembro\/","title":{"rendered":"Semana da Consci\u00eancia Negra re\u00fane arte e m\u00fasica entre os dias 16 a 21 de novembro"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-1230123911\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o, jongo e muita m\u00fasica integram a programa\u00e7\u00e3o da Semana da Consci\u00eancia Negra, que acontece entre os dias 16 a 21 de novembro no Museu Municipal Ant\u00f4nio Reginaldo Geiss. Todas as atra\u00e7\u00f5es t\u00eam entrada franca. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, com organiza\u00e7\u00e3o do Departamento de Preserva\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3ria e apoio do Conselho Municipal de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade Racial (Compir).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Semana da Consci\u00eancia Negra foi elaborada pela equipe do Departamento de Preserva\u00e7\u00e3o e Mem\u00f3ria e traz diversas atra\u00e7\u00f5es que destacam a import\u00e2ncia da cultura afro-brasileira e valorizam a cultura africana, profundamente enraizada em nosso pa\u00eds\u201d, destaca a secret\u00e1ria municipal de cultura, T\u00e2nia Castanho.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira detalhes da programa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>16 de novembro, \u00e0s 18 horas<\/p>\n\n\n\n<p>Abertura da Exposi\u00e7\u00e3o A-Fr\u00f4 da Pele, de Anderson Vicentini<\/p>\n\n\n\n<p>A programa\u00e7\u00e3o tem in\u00edcio na ter\u00e7a-feira (16), com a abertura da Exposi\u00e7\u00e3o A-Fr\u00f4 da Pele, de Anderson Vicentini, que pode ser conferida pelo p\u00fablico at\u00e9 o dia 21 de novembro. O artista pl\u00e1stico, aliado \u00e0 causa antirracista, apresenta retratos de homens e mulheres, an\u00f4nimos ou n\u00e3o, do seu acervo pessoal e de colecionadores. Essas obras, por meio das mais variadas t\u00e9cnicas, procuram trazer a figura do povo preto e de sua import\u00e2ncia na constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, pol\u00edtica e cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>A Hist\u00f3ria da \u00c1frica e do Brasil africano s\u00e3o temas frequentes em sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica, que tem como principal objetivo levar \u00e0 reflex\u00e3o sobre a discrimina\u00e7\u00e3o racial e valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade \u00e9tnica brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Anderson Vicentini \u00e9 um artista pl\u00e1stico valinhense formado em Artes Visuais pelo Centro Universit\u00e1rio Nossa Senhora do Patroc\u00ednio, em Itu, com especializa\u00e7\u00f5es em Hist\u00f3ria da Arte (MASP \u2013 Museu de Arte de S\u00e3o Paulo), Folclore Brasileiro (Universidade Estadual de Campinas) e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da \u00c1frica e do Negro no Brasil (CAM\/RJ). Al\u00e9m de artista pl\u00e1stico \u00e9 arte-educador, atividade que realiza em escolas de Campinas desde 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ou a desenhar e pintar ainda pequeno e traz consigo as recorda\u00e7\u00f5es das personagens de filmes que desenhava em seus cadernos. Hoje, os retratos s\u00e3o o tema principal de sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p>Em mais de dez anos de carreira, exp\u00f4s em v\u00e1rias cidades da regi\u00e3o, como Valinhos, Vinhedo, Campinas, Itu, Salto, Sorocaba. Teve tamb\u00e9m seu trabalho estampado na capa da revista SESC TV e sua obra Shaka Zulu ilustrou cap\u00edtulos de livros de Hist\u00f3ria Africana.<\/p>\n\n\n\n<p>17 de novembro, das 19h \u00e0s 20h30<\/p>\n\n\n\n<p>Bonecas Abayomis, de Jociara Souza e Camila Aureliano<\/p>\n\n\n\n<p>Sem costura alguma (apenas n\u00f3s ou tran\u00e7as), as bonecas n\u00e3o possuem demarca\u00e7\u00e3o de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das m\u00faltiplas etnias africanas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para acalentar seus filhos durante as terr\u00edveis viagens a bordo dos tumbeiros \u2013 navios de pequeno porte que realizavam o transporte de escravos entre \u00c1frica e Brasil \u2013 as m\u00e3es africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tran\u00e7as ou n\u00f3s, que serviam como amuleto de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As bonecas, s\u00edmbolo de resist\u00eancia, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa \u2018encontro precioso\u2019, em Bantu e Iorub\u00e1, uma das maiores etnias do continente africano cuja popula\u00e7\u00e3o habita parte da Nig\u00e9ria, Benin, Togo e Costa do Marfim.<\/p>\n\n\n\n<p>Jociara Souza e Camila Aureliano tiveram contato com essa cultura e h\u00e1 cincos anos t\u00eam a miss\u00e3o de passar os fundamentos para a nova gera\u00e7\u00e3o, em um bate-papo especialmente preparado para o p\u00fablico de todas as idades.<\/p>\n\n\n\n<p>18 de novembro, das 20h \u00e0s 21h<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o do Projeto Samba das \u00c1guas<\/p>\n\n\n\n<p>Samba das \u00c1guas re\u00fane m\u00fasicas tradicionais e can\u00e7\u00f5es do universo sonoro<\/p>\n\n\n\n<p>afro-brasileiro. As can\u00e7\u00f5es transitam pelos g\u00eaneros do choro, samba e batuques. Quando postas lado a lado, recontam poeticamente poss\u00edveis trajet\u00f3rias negras da di\u00e1spora \u00c1frica-Brasil. No repert\u00f3rio, al\u00e9m de cantigas tradicionais, composi\u00e7\u00f5es de Pixinguinha, Candeia, Geraldo Filme, Roque Ferreira, Romildo, Dona Ivone Lara e Jovelina Perola Negra.<\/p>\n\n\n\n<p>19 de novembro, das 20h \u00e0s 21h<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o de Samba de Roda<\/p>\n\n\n\n<p>O samba de roda \u00e9 uma cultura popular, uma manifesta\u00e7\u00e3o musical, po\u00e9tica Quilombola ou n\u00e3o (a depender da regi\u00e3o) praticada por africanos escravizados e seus descendentes. Se tornou parte da cultura brasileira e possui duas variantes principais: o samba chula e o samba corrido.<\/p>\n\n\n\n<p>No primeiro, ningu\u00e9m samba enquanto os cantores principais est\u00e3o cantando, seguido dos instrumentos e das palmas. No samba corrido, o canto alterna-se entre o mestre e a resposta coral dos participantes, e a dan\u00e7a acontece junto do canto, com uma sambadeira (ou sambador) por vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Nascido e criado em Saubara, na Bahia, Madja fez da regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo Baiano um verdadeiro ber\u00e7o cultural, l\u00e1 aprendeu com sua fam\u00edlia o samba de roda. Desde crian\u00e7a, absorveu ensinamentos ancestrais e hoje passa adiante a cultura. Reside em Indaiatuba h\u00e1 oito anos, onde desenvolve trabalhos no meio cultural com o grupo O Samba de L\u00e1 para C\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>20 de novembro, \u00e0s 15 horas<\/p>\n\n\n\n<p>Aula de Percuss\u00e3o Tambores do Jongo<\/p>\n\n\n\n<p>O jongo \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o cultural e sua musicalidade \u00e9 feita por palmas, pelo canto e por dois tambores que representam ancestralidade: o tambu e o candongueiro, enquanto um casal dan\u00e7a com passos marcados.<\/p>\n\n\n\n<p>O Grupo Filhos da Semente surgiu do encontro entre Jociara Souza, pedagoga e filha do mestre jongueiro Tio Juca, de Barra do Pira\u00ed (RJ), e Marina Costa, pedagoga e arte-educadora desde 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>Nascida em ber\u00e7o cultural, Priscila Ediara \u00e9 jongueira raiz herdeira do Jongo Semente D&#8217;Africa, tamb\u00e9m de Barra do Pira\u00ed, e Filhos da Semente. \u00c9 integrante ativa da Jovem Lideran\u00e7a Jongueira de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>20 de novembro, \u00e0s 16 horas<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o Jongo do Grupo Filhos da Semente<\/p>\n\n\n\n<p>Filhos da Semente \u00e9 um grupo de jongo que busca difundir a pr\u00e1tica e a hist\u00f3ria do jongo, uma manifesta\u00e7\u00e3o afro-brasileira t\u00edpica do sudeste, que surgiu na \u00e9poca da escravid\u00e3o do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como caxambu, esta manifesta\u00e7\u00e3o de cultura tradicional \u00e9 um jogo de respons\u00f3rio (com cantos de dizeres e respostas) cheio de met\u00e1foras, estrat\u00e9gia utilizada pelos negros escravizados para negocia\u00e7\u00f5es de festividades e fugas sem que os donos das fazendas pudessem saber sobre o que se cantava ao som do batuque.<\/p>\n\n\n\n<p>20 de novembro, \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o da Bateria Classe A<\/p>\n\n\n\n<p>Formada em Indaiatuba em 2001, \u00e9 composta por 12 a 20 ritmistas, comandados pelo mestre Jo\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>21 de novembro, \u00e0s 15 horas<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o do grupo Pintou o Samba<\/p>\n\n\n\n<p>O trio \u00e9 composto pelo vocalista Rafa Munhoz, Marcelinho Oliveira no cavaco e voz e Jo\u00e3o Paulo no pandeiro e percuss\u00e3o geral. O repert\u00f3rio \u00e9 baseado, genuinamente, em samba e pagode. O grupo tem dois CDs gravados com composi\u00e7\u00f5es exclusivas, com faixas como Quem Mandou Me Beijar e J\u00e1 Fui Aprendiz, entre outras que j\u00e1 tocaram nas principais r\u00e1dios de S\u00e3o Paulo e diversos Estados pelo Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>21 de novembro, \u00e0s 17 horas<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o da Banda Fam\u00edlia Alves<\/p>\n\n\n\n<p>Banda composta por Serj\u00e3o, conhecido como grande regente do samba de raiz em Indaiatuba, com mais de 40 anos de carreira, e seus filhos J\u00falio e Juliana Alves. Serj\u00e3o esteve \u00e0 frente do grupo N\u00f3 na Madeira, que mesclava sucessos de Arlindo Cruz, Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00falio, atualmente com 36 anos, o acompanha desde os 8 anos, tocando cavaquinho. Juliana canta h\u00e1 mais de 20 anos e juntos prometem um repert\u00f3rio ecl\u00e9tico, para agradar a diversos gostos musicais.<\/p>\n\n\n\n<p>Esquema vacinal<\/p>\n\n\n\n<p>Seguindo orienta\u00e7\u00e3o da Resolu\u00e7\u00e3o 166, de 4 de novembro de 2021, da Secretaria de Estado da Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo, para regulamenta\u00e7\u00e3o de eventos no territ\u00f3rio estadual, tais como atividades culturais, esportivas e de lazer, dever\u00e3o ser observados: exig\u00eancia de comprova\u00e7\u00e3o de esquema vacinal completo (duas doses ou dose \u00fanica), ou pelo menos uma dose da vacina com apresenta\u00e7\u00e3o de resultado negativo de teste para Covid-19 do tipo PCR, realizado at\u00e9 48 horas, ou do tipo ant\u00edgeno, realizado at\u00e9 24 horas antes da realiza\u00e7\u00e3o do evento.<\/p>\n\n\n\n<p>Menores de 12 anos devem respeitar a obrigatoriedade do uso de m\u00e1scara e demais protocolos de preven\u00e7\u00e3o \u00e0 Covid-19. A equipe da Secretaria Municipal de Cultura estar\u00e1 a postos na entrada do evento para confer\u00eancia dos dados.<\/p>\n\n\n\n<p>Semana da Consci\u00eancia Negra<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 16 a 21 de novembro<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Museu Municipal Ant\u00f4nio Reginaldo Geiss<\/p>\n\n\n\n<p>Endere\u00e7o: Rua Pedro Gon\u00e7alves, 477 (Centro)<\/p>\n\n\n\n<p>Entrada franca<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o, jongo e muita m\u00fasica integram a programa\u00e7\u00e3o da Semana da Consci\u00eancia Negra, que acontece entre os dias 16 a 21 de novembro no Museu Municipal Ant\u00f4nio Reginaldo Geiss. Todas as atra\u00e7\u00f5es t\u00eam entrada franca. 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