{"id":31495,"date":"2026-04-10T10:00:00","date_gmt":"2026-04-10T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=31495"},"modified":"2026-04-05T17:59:29","modified_gmt":"2026-04-05T20:59:29","slug":"por-que-ganhar-musculos-virou-a-nova-tendencia-da-longevidade-feminina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/por-que-ganhar-musculos-virou-a-nova-tendencia-da-longevidade-feminina\/","title":{"rendered":"Por que ganhar m\u00fasculos virou a nova tend\u00eancia da longevidade feminina\u2028"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-4012086094\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estudo com mais de 5 mil mulheres mostra que for\u00e7a muscular pode reduzir em at\u00e9 um ter\u00e7o o risco de morte precoce<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O universo do bem-estar tem uma nova obsess\u00e3o: o&nbsp;<em>musclespan<\/em>. Depois do&nbsp;<em>lifespan<\/em>&nbsp;(expectativa de vida) e do<a class=\"\" href=\"https:\/\/vogue.globo.com\/sua-idade\/noticia\/2026\/01\/de-celulas-tronco-a-rotina-do-sono-por-dentro-do-crescimento-do-turismo-de-longevidade.ghtml\">&nbsp;<em>healthspan<\/em><\/a>&nbsp;(expectativa de vida saud\u00e1vel), a palavra de ordem da vez tem a ver com a expectativa de vida funcional ou muscular. Em tempos em que longevidade \u00e9 o novo ouro, o m\u00fasculo virou objeto de desejo \u2014 voc\u00ea j\u00e1 deve ter sido impactada por fotos de b\u00edceps torneados e pernas e abd\u00f4men firmes nas redes.<\/p>\n\n\n\n<p>Um novo estudo, publicado em fevereiro no&nbsp;<em>JAMA Network Open<\/em>, explica por que essa nova corrida \u00e0 est\u00e9tica da for\u00e7a vem ganhando os holofotes, sobretudo entre as mulheres:&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/vogue.globo.com\/sua-idade\/noticia\/2025\/08\/por-que-voce-deveria-levantar-peso-se-tem-mais-de-40-anos.ghtml\">os m\u00fasculos podem ser determinantes para se viver mais<\/a>. A pesquisa acompanhou mais de 5 mil mulheres entre 63 e 99 anos, participantes da Iniciativa de Sa\u00fade da Mulher, um dos maiores estudos j\u00e1 realizados sobre envelhecimento feminino. Ao longo de cerca de oito anos, os pesquisadores cruzaram dados de sa\u00fade, n\u00edvel de atividade f\u00edsica, condicionamento aer\u00f3bico e, aqui est\u00e1 o ponto central, for\u00e7a muscular.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo quando fatores como idade, h\u00e1bitos de exerc\u00edcio, sa\u00fade geral e tempo sentado eram considerados, a for\u00e7a se mostrou um elemento poderoso: mulheres mais fortes apresentaram um risco significativamente menor de morte precoce \u2014 cerca de um ter\u00e7o a menos.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez uma das partes mais interessantes do estudo esteja na defini\u00e7\u00e3o do que \u00e9 \u201cser forte\u201d. E ele demonstrou que n\u00e3o se trata de uma for\u00e7a extrema, nem de padr\u00f5es inalcan\u00e7\u00e1veis. As mulheres mais fortes da pesquisa apresentavam uma pot\u00eancia de preens\u00e3o manual m\u00e9dia em torno de 24 quilos \u2014 um valor considerado moderado. E conseguiam realizar o teste de sentar e levantar da cadeira cinco vezes, em cerca de 11 segundos.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso ajuda a tirar aquela ideia de for\u00e7a absurda, de m\u00fasculo constru\u00eddos \u00e0 base de levantamento de peso digno de halterofilista. A pesquisa fala de uma&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/vogue.globo.com\/sua-idade\/noticia\/2025\/11\/como-se-programar-para-transformar-a-maturidade-em-superpoder.ghtml\">for\u00e7a que sustenta o corpo, protege a autonomia<\/a>, preserva a capacidade de se mover com seguran\u00e7a e independ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que a ci\u00eancia aponta para a import\u00e2ncia dos m\u00fasculos. Estudos anteriores j\u00e1 haviam relacionado a&nbsp;<a class=\"\" href=\"https:\/\/vogue.globo.com\/wellness\/noticia\/2025\/08\/como-aumentar-de-maneira-simples-e-rapida-a-quantidade-de-vitamina-d-na-alimentacao.ghtml\">fraqueza muscular<\/a>&nbsp;a um maior risco de mortalidade, al\u00e9m de impactos na cogni\u00e7\u00e3o, mobilidade e independ\u00eancia ao longo dos anos. Mas, agora, os pesquisadores conseguiram separar o efeito de ser forte do efeito de ser ativo. O resultado desse refinamento na metodologia mostrou que mesmo entre mulheres com n\u00edveis semelhantes de atividade f\u00edsica \u2014 muitas delas com rotinas baseadas em caminhadas \u2014 as que apresentavam maior for\u00e7a muscular viveram mais.<\/p>\n\n\n\n<p>Como resumiu Michael J. Lamonte, autor principal do estudo e professor de epidemiologia e envelhecimento saud\u00e1vel na Universidade de Buffalo, em Nova York, se duas mulheres t\u00eam h\u00e1bitos parecidos, a mais forte tende a ter uma vantagem decisiva no tempo. \u00c9 por isso que os m\u00fasculos deixaram de ser coadjuvantes e passaram a ocupar um lugar central na conversa sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/vogue.globo.com\/sua-idade\/noticia\/2026\/02\/cellness-a-nova-tendencia-da-beleza-e-da-ciencia-para-o-envelhecimento-saudavel.ghtml\" class=\"\">envelhecimento saud\u00e1vel<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte Vogue <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo com mais de 5 mil mulheres mostra que for\u00e7a muscular pode reduzir em at\u00e9 um ter\u00e7o o risco de morte precoce O universo do bem-estar tem uma nova obsess\u00e3o: o&nbsp;musclespan. 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