{"id":32425,"date":"2026-06-15T10:50:17","date_gmt":"2026-06-15T13:50:17","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=32425"},"modified":"2026-06-15T10:50:17","modified_gmt":"2026-06-15T13:50:17","slug":"jovem-ainda-tinha-pulsacao-apos-ser-lancada-sem-cordas-em-salto-de-40-metros-em-sp-diz-enfermeira-conversei-com-ela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/jovem-ainda-tinha-pulsacao-apos-ser-lancada-sem-cordas-em-salto-de-40-metros-em-sp-diz-enfermeira-conversei-com-ela\/","title":{"rendered":"Jovem ainda tinha pulsa\u00e7\u00e3o ap\u00f3s ser lan\u00e7ada sem cordas em salto de 40 metros em SP, diz enfermeira: &#8216;Conversei com ela&#8217;"},"content":{"rendered":"<div id=\"imais-2704327201\" class=\"imais-before-content-placement imais-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morreu ap\u00f3s um salto de rope jump em Limeira, no interior do estado; tr\u00eas homens foram presos<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos,\u00a0<a href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/brasil\/sao-paulo\/noticia\/2026\/06\/15\/apos-morte-de-jovem-lancada-sem-cordas-perfis-de-organizadores-de-salto-em-sp-sao-deletados.ghtml\" class=\"\">durante um salto de\u00a0<em>rope jump<\/em>\u00a0em Limeira, no interior de S\u00e3o Paulo<\/a>, segue sob investiga\u00e7\u00e3o pela Pol\u00edcia Civil como homic\u00eddio com dolo eventual. Formada em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, moradora da cidade de Jandira e funcion\u00e1ria de uma academia, a jovem caiu de uma altura aproximada de 40 metros ap\u00f3s ser lan\u00e7ada sem estar presa \u00e0s cordas de seguran\u00e7a e ainda tinha sinais vitais ap\u00f3s a queda, segundo uma profissional de sa\u00fade que participou do atendimento.<\/p>\n\n\n\n<p>O acidente ocorreu na Ponte do Esqueleto, estrutura ferrovi\u00e1ria inacabada localizada na zona rural de Limeira. Maria Eduarda participava de um salto na modalidade conhecida como &#8220;avi\u00e3ozinho&#8221;, em que o praticante \u00e9 conduzido at\u00e9 a plataforma por instrutores antes da queda controlada. Imagens mostram que ela foi carregada por tr\u00eas integrantes da equipe, mas n\u00e3o estava conectada ao equipamento que deveria impedir a queda livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo ap\u00f3s o acidente, testemunhas demonstraram desespero ao perceber a falha nos procedimentos de seguran\u00e7a. A jovem ainda apresentava sinais vitais quando foi alcan\u00e7ada pelas primeiras pessoas que tentaram socorr\u00ea-la.<\/p>\n\n\n\n<p>A enfermeira Rayza Dias, que participou do atendimento, descreveu \u00e0 TV Record as dificuldades para chegar at\u00e9 Maria Eduarda.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Eu ralei toda a minha m\u00e3o porque l\u00e1 \u00e9 uma ribanceira e tem s\u00f3 uma corda para a gente descer. Eu estava cheia de barro \u2014 relatou.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, a v\u00edtima ainda respirava quando foi encontrada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Vi que ela estava com uma respira\u00e7\u00e3o ofegante e olhei a pupila dela, que infelizmente estava dilatada, as duas. Vi pulsa\u00e7\u00e3o, estava bem fraca, mas ela ainda tinha pulsa\u00e7\u00e3o \u2014 afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Rayza tamb\u00e9m contou que conseguiu conversar com a jovem durante o atendimento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Ainda conversei com ela. Tenho mania de brincar e falar: &#8220;ningu\u00e9m morre no meu plant\u00e3o&#8221;. E ainda falei para ela: &#8220;Duda, ningu\u00e9m morre no meu plant\u00e3o&#8221;, mesmo que eu n\u00e3o estivesse de plant\u00e3o ali.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Atua\u00e7\u00e3o informal<\/h2>\n\n\n\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o levou \u00e0 pris\u00e3o de tr\u00eas homens identificados como Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gon\u00e7alves e Maicon Fernandes Cintra. Eles atuariam por meio das marcas &#8220;Ih Voei&#8221; e &#8220;Entre Cordas&#8221; e tiveram a pris\u00e3o em flagrante convertida em preventiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Em depoimento, dois dos investigados alegaram ter sofrido um &#8220;apag\u00e3o&#8221; durante os procedimentos preparat\u00f3rios e disseram n\u00e3o conseguir explicar em que momento deixaram de prender as cordas de seguran\u00e7a em Maria Eduarda.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a delegada respons\u00e1vel pelo caso, n\u00e3o havia uma empresa formalmente constitu\u00edda por tr\u00e1s da opera\u00e7\u00e3o. Os organizadores atuariam de forma aut\u00f4noma, utilizando perfis em redes sociais para divulgar os saltos. Ap\u00f3s a repercuss\u00e3o do caso, essas p\u00e1ginas deixaram de estar dispon\u00edveis na internet.<\/p>\n\n\n\n<p>A defesa sustenta que os tr\u00eas possuem ampla experi\u00eancia em atividades de aventura e afirma que esta teria sido a primeira morte registrada em suas trajet\u00f3rias profissionais.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a investiga\u00e7\u00e3o, Maria Eduarda pagou R$ 180 pela experi\u00eancia e mais R$ 150 pela grava\u00e7\u00e3o do salto com uma c\u00e2mera de 360 graus. O equipamento, que poderia esclarecer detalhes dos momentos que antecederam o acidente, ainda n\u00e3o foi localizado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">M\u00e3e lamentou morte da filha nas redes sociais<\/h2>\n\n\n\n<p>Nas redes sociais, Valdenia Rodrigues, m\u00e3e de Maria Eduarda, publicou mensagens de despedida marcadas pela dor da perda.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Minha filha amada, s\u00f3 hoje eu quis te abra\u00e7ar mais de mil vezes. Como est\u00e1 me doendo sua partida. Te amo eternamente, minha princesa&#8221;, escreveu: &#8220;Muito obrigada por fazer parte da minha vida durante esses 21 anos. Que honra foi ouvir voc\u00ea me chamar de m\u00e3e. Deus, obrigada por esse privil\u00e9gio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Horas antes da atividade, Maria Eduarda havia compartilhado uma foto nas redes sociais diante de placas que alertavam sobre o risco de morte no local. Em tom de brincadeira, escreveu: &#8220;Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A Ponte do Esqueleto, onde ocorreu o acidente, pertence \u00e0 Uni\u00e3o e j\u00e1 foi cen\u00e1rio de outras ocorr\u00eancias graves. Em 2024, uma ciclista morreu ap\u00f3s cair do viaduto. Em outros epis\u00f3dios, duas mulheres ficaram gravemente feridas. H\u00e1 diverg\u00eancias entre a Prefeitura de Limeira e a Secretaria de Patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o sobre quem \u00e9 respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea e pelo controle de acesso ao local.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte O Globo <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morreu ap\u00f3s um salto de rope jump em Limeira, no interior do estado; tr\u00eas homens foram presos A morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos,\u00a0durante um salto de\u00a0rope jump\u00a0em Limeira, no interior de S\u00e3o Paulo, segue sob investiga\u00e7\u00e3o pela Pol\u00edcia Civil como homic\u00eddio com dolo eventual. 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