{"id":32864,"date":"2026-07-13T09:26:33","date_gmt":"2026-07-13T12:26:33","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=32864"},"modified":"2026-07-13T09:26:33","modified_gmt":"2026-07-13T12:26:33","slug":"composto-inedito-com-prata-quimioterapico-e-carvona-mira-cancer-de-pele-profundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/composto-inedito-com-prata-quimioterapico-e-carvona-mira-cancer-de-pele-profundo\/","title":{"rendered":"Composto in\u00e9dito com prata, quimioter\u00e1pico e carvona mira c\u00e2ncer de pele profundo"},"content":{"rendered":"<div id=\"imais-3734231717\" class=\"imais-before-content-placement imais-entity-placement\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Nova formula\u00e7\u00e3o patenteada na Unicamp combina complexo de prata com medicamento oncol\u00f3gico e \u00f3leo essencial para atingir tumores em camadas mais profundas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><br>Pesquisadores do <a href=\"https:\/\/www.cancerthera.org.br\/\">Centro de Inova\u00e7\u00e3o Teran\u00f3stica em C\u00e2ncer<\/a> (CancerThera), sediado na <a href=\"https:\/\/www.unicamp.br\/\">Universidade Estadual de Campinas<\/a> (Unicamp) e financiado pela <a href=\"https:\/\/fapesp.br\/\">Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a> (Fapesp), depositaram o pedido de uma nova patente que mostrou potencial aplica\u00e7\u00e3o no tratamento do c\u00e2ncer de pele, ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. A formula\u00e7\u00e3o associa um complexo de prata (Ag) ao quimioter\u00e1pico 5-fluorouracil (5-FU) e \u00e0 carvona, monoterpeno presente em \u00f3leos essenciais como hortel\u00e3 e endro. Nos testes laboratoriais, a combina\u00e7\u00e3o com a carvona permitiu uma libera\u00e7\u00e3o duas vezes maior do princ\u00edpio ativo, em rela\u00e7\u00e3o ao composto sem o monoterpeno em um per\u00edodo de 48 horas, apontando para uma formula\u00e7\u00e3o capaz de atingir tumores em fases mais avan\u00e7adas.<\/p>\n\n\n\n<p>A tecnologia consiste em um sistema de libera\u00e7\u00e3o com potencial aplica\u00e7\u00e3o direta sobre les\u00f5es tumorais. Os ativos poder\u00e3o ser incorporados em um gel, creme ou adesivo transd\u00e9rmico, conforme a abordagem definida pela empresa interessada em levar a tecnologia ao mercado. A tecnologia est\u00e1 em fase pr\u00e9-cl\u00ednica. Testes em animais s\u00e3o o pr\u00f3ximo passo antes de qualquer aplica\u00e7\u00e3o em seres humanos. O pedido de patente foi depositado no<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpi\/pt-br\">Instituto Nacional da Propriedade Industrial<\/a> (INPI) com estrat\u00e9gia da<a href=\"https:\/\/www.inova.unicamp.br\/\">Ag\u00eancia de Inova\u00e7\u00e3o Inova Unicamp<\/a> para prote\u00e7\u00e3o da propriedade intelectual. A equipe busca parceiros industriais para avan\u00e7ar nas etapas seguintes de pesquisa e viabilizar o uso comercial da tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>O problema que motivou a pesquisa<\/strong><br>A inquieta\u00e7\u00e3o que deu origem \u00e0 pesquisa veio das bancas de defesa da <a href=\"https:\/\/www.fcf.unicamp.br\/\">Faculdade de Ci\u00eancias Farmac\u00eauticas (FCF) da Unicamp<\/a>. A professora Carmen Silvia Passos Lima, oncologista do <a href=\"https:\/\/www.hc.unicamp.br\/\">Hospital de Cl\u00ednicas<\/a> (HC) da Unicamp e coordenadora do <a href=\"https:\/\/portal.fcm.unicamp.br\/laboratorios\/laboratorio-de-genetica-do-cancer-lageca\/\">Laborat\u00f3rio de Gen\u00e9tica do C\u00e2ncer <\/a>(Lageca) da <a href=\"https:\/\/portal.fcm.unicamp.br\/\">Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas<\/a> (FCM), era presen\u00e7a frequente nas bancas e via compostos promissores para o tratamento do c\u00e2ncer que n\u00e3o avan\u00e7avam para o desenvolvimento comercial. &#8220;Eu n\u00e3o entendia por que isso n\u00e3o chegava ao mercado e aos pacientes. Foi quando decidimos integrar diferentes \u00e1reas&#8221;, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>O c\u00e2ncer de pele basocelular e espinocelular \u00e9 o tipo mais incidente no Brasil. Apesar do baixo potencial de met\u00e1stase, acomete \u00e1reas expostas ao sol, como rosto, nariz, orelhas e l\u00e1bios. Um dos tratamentos dispon\u00edveis utiliza o 5-fluorouracil puro, mas ele tem limita\u00e7\u00f5es. &#8220;Esse medicamento exige que o paciente evite o sol e, por penetrar pouco na pele, \u00e9 indicado apenas para tumores superficiais, o que \u00e9 um problema no SUS, onde os casos frequentemente chegam em est\u00e1gio avan\u00e7ado. Uma outra alternativa \u00e9 o medicamento \u00e0 base de cemiplimabe, mas esse imunobiol\u00f3gico tem alto custo, cerca de 50 mil reais por m\u00eas, e n\u00e3o \u00e9 coberto pelo sistema p\u00fablico de sa\u00fade&#8221;, afirma a oncologista.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tumores avan\u00e7ados exigem ressec\u00e7\u00e3o cir\u00fargica, extra\u00e7\u00e3o parcial ou completa do tecido atingido, que pode resultar em deformidades permanentes. &#8220;Muitas vezes, o paciente perde partes do nariz, das orelhas, ou fica com cicatrizes profundas na boca ou em outras partes do corpo, o que provoca uma press\u00e3o social muito grande&#8221;, destaca o professor Pedro Paulo Corbi, coordenador do Laborat\u00f3rio de Pesquisas em Qu\u00edmica Bioinorg\u00e2nica e Medicinal (LQBM) da Unicamp, vinculado ao <a href=\"https:\/\/www.iqm.unicamp.br\/\">Instituto de Qu\u00edmica<\/a> (IQ). Ao penetrar camadas mais profundas da pele do que o 5-fluorouracil convencional, o novo composto abre a possibilidade de tratar tumores avan\u00e7ados e reduzir a necessidade de cirurgias.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>O papel do monoterpeno e os resultados preliminares<\/strong><br>A carvona \u00e9 a pe\u00e7a que diferencia essa formula\u00e7\u00e3o das alternativas existentes. A escolha veio do conhecimento acumulado no<a href=\"https:\/\/www.fcf.unicamp.br\/fcf\/labs\/laftex\/\">Laborat\u00f3rio de Fitoqu\u00edmica, Farmacologia e Toxicologia Experimental (LaFTEx)<\/a> da Faculdade de Ci\u00eancias Farmac\u00eauticas. &#8220;A ideia surgiu da nossa expertise em produtos naturais e farmacologia e toxicologia experimental. Os monoterpenos t\u00eam uma caracter\u00edstica especial: al\u00e9m das propriedades farmacol\u00f3gicas, v\u00e1rios deles s\u00e3o facilitadores de permea\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se ligam quimicamente ao complexo, mas facilitam a entrada dele dentro da c\u00e9lula&#8221;, explica a professora Ana Lucia Tasca G\u00f3is Ruiz, pesquisadora do LaFTEx.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi durante o mestrado de Daniele Daiane Affonso, no mesmo laborat\u00f3rio, que a carvona foi identificada como candidata promissora, ap\u00f3s a estudante observar que a subst\u00e2ncia inibe a migra\u00e7\u00e3o de queratin\u00f3citos, processo biol\u00f3gico relevante no desenvolvimento do c\u00e2ncer. &#8220;Quando juntei os dois compostos, vi que o Ag5FU com a carvona gerou um efeito sin\u00e9rgico. A carvona potencializou a a\u00e7\u00e3o antitumoral do complexo met\u00e1lico&#8221;, relata Affonso. A diferen\u00e7a ficou evidente nos testes de libera\u00e7\u00e3o em membrana sint\u00e9tica: com o Ag5FU isolado, foram liberados 164 microgramas de prata por litro de solu\u00e7\u00e3o; com a adi\u00e7\u00e3o da carvona, esse valor subiu para 359 microgramas. &#8220;A combina\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o interferiu no efeito antiproliferativo, como aumentou o efeito do complexo&#8221;, refor\u00e7a G\u00f3is Ruiz.<\/p>\n\n\n\n<p>A prata foi selecionada por sua atividade antitumoral descrita na literatura. O 5-fluorouracil \u00e9 um quimioter\u00e1pico an\u00e1logo a uma das bases do DNA, ou seja, se encaixa na cadeia gen\u00e9tica da c\u00e9lula tumoral no lugar da base original. Quando isso acontece, altera a estrutura do DNA e desencadeia a morte celular, mecanismo que o consagrou como tratamento cl\u00ednico para diferentes tipos de c\u00e2ncer.<\/p>\n\n\n\n<p>A precis\u00e3o na escolha dos componentes \u00e9 fundamental, como explica Corbi. &#8220;Na qu\u00edmica, n\u00f3s temos subst\u00e2ncias que se combinam e outras que n\u00e3o se combinam. Esse conhecimento nos faz escolher a mol\u00e9cula certa para o metal certo, para que eles tenham afinidade entre eles. Compostos de prata tendem a se decompor rapidamente quando a combina\u00e7\u00e3o \u00e9 inadequada: o metal se reduz, o produto escurece e se torna inutiliz\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00edntese foi realizada por Gabriele de Menezes Pereira, doutora pelo LQBM. &#8220;Partimos de um f\u00e1rmaco comercial que j\u00e1 tem potencial antiproliferativo. O que fizemos foi potencializ\u00e1-lo com a complexa\u00e7\u00e3o com um centro met\u00e1lico&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Da pesquisa b\u00e1sica \u00e0 cl\u00ednica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O grupo do CancerThera j\u00e1 percorreu esse caminho com outro composto patenteado, um metalof\u00e1rmaco com potencial terap\u00eautico para o carcinoma de c\u00e9lulas escamosas cut\u00e2neo. O AgNMS, combina\u00e7\u00e3o de prata com o anti-inflamat\u00f3rio nimesulida, percorreu todas as etapas que o Ag5FU+carvona come\u00e7a a trilhar.<\/p>\n\n\n\n<p>O composto foi testado em linhagens de c\u00e9lulas cancer\u00edgenas e de pele saud\u00e1vel, com comprova\u00e7\u00e3o de seletividade, e depois em camundongos acoplado a um dispositivo de membrana de celulose bacteriana com adesivo, desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade de Araraquara (Uniara).<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados com esse primeiro composto mostraram redu\u00e7\u00e3o ou desaparecimento dos tumores sem toxicidade para os animais, rendendo duas patentes, uma nacional e uma internacional. Em 2026, o AgNMS entrou na fase cl\u00ednica 1 no HC da Unicamp com os primeiros pacientes com carcinoma de c\u00e9lulas escamosas, em coopera\u00e7\u00e3o com o Servi\u00e7o de Dermatologia do HC, e segue agora para a fase cl\u00ednica 2.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Pr\u00f3ximos passos: da bancada ao paciente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><br>A nova patente parte da mesma plataforma (complexos de prata), mas com componentes e mecanismos distintos. O pr\u00f3ximo passo para o Ag5FU+carvona \u00e9 repetir os testes <em>in vitro,<\/em> agoraem pele de porco, o que permitir\u00e1 medir a permea\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias em condi\u00e7\u00f5es mais pr\u00f3ximas do corpo humano, e em seguida avan\u00e7ar para os testes em animais. A s\u00edntese do complexo \u00e9 feita em etapa \u00fanica, com alto rendimento e boa pureza, o que facilita a reprodu\u00e7\u00e3o em escala, diz Pereira.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os pesquisadores que conduziram os experimentos, a possibilidade de ver o trabalho chegar \u00e0 sociedade \u00e9 o principal motor da pesquisa. &#8220;Quantas pessoas pr\u00f3ximas j\u00e1 tiveram c\u00e2ncer de pele, fizeram uma ressec\u00e7\u00e3o cir\u00fargica, ficaram com uma cicatriz no rosto. \u00c9 gratificante saber que a gente pode formular um f\u00e1rmaco que diminua o tamanho desse tumor e possa at\u00e9 evitar cirurgias&#8221;, comenta Affonso.<\/p>\n\n\n\n<p>A prote\u00e7\u00e3o intelectual foi realizada antes do t\u00e9rmino dos estudos, por orienta\u00e7\u00e3o da Inova Unicamp, que esclareceu os pesquisadores sobre a possibilidade de depositar o pedido de patente com os dados dispon\u00edveis, preservando a novidade da inven\u00e7\u00e3o. Para chegar ao mercado, a tecnologia precisar\u00e1 de parceiros industriais para escalonamento da produ\u00e7\u00e3o, registros sanit\u00e1rios junto \u00e0 Anvisa, desenvolvimento de um produto e sua comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O desenvolvimento aconteceu no laborat\u00f3rio e tem que ir para o estudo cl\u00ednico. Primeiro em c\u00e9lulas, depois em animais e depois em humanos, nas fases 1 e 2. Se realmente for eficaz, a\u00ed a gente vai ter que entrar com as ag\u00eancias regulat\u00f3rias e precisamos de parceiros industriais para que isso possa ser disponibilizado no mercado no futuro\u201d, finaliza Passos Lima.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Como licenciar uma tecnologia da Unicamp<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A<a href=\"https:\/\/www.inova.unicamp.br\/\">Inova Unicamp<\/a> disponibiliza no<a href=\"https:\/\/tecnologias.inova.unicamp.br\/?utm_source=wordprees&amp;utm_medium=site-inova-unicamp&amp;utm_campaign=materias-tecnologias\">Portf\u00f3lio de Tecnologias da Unicamp<\/a> as inven\u00e7\u00f5es protegidas da Universidade. Empresas e institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou privadas interessadas em licenciar esta tecnologia, com ou sem exclusividade, na forma de patentes ou know-how, podem entrar em contato com a Ag\u00eancia de Inova\u00e7\u00e3o pelo formul\u00e1rio de conex\u00e3o com empresas dispon\u00edvel no <a href=\"https:\/\/www.inova.unicamp.br\/conexao-pesquisa-e-mercado\/\">site<\/a> da Inova.<\/p>\n\n\n\n<p>Para encontrar pesquisadores e especialistas para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o (PD&amp;I) com a Unicamp, acesse o<a href=\"https:\/\/www.inova.unicamp.br\/competencias\/?utm_source=wordpress&amp;utm_medium=competencias&amp;utm_campaign=site-inova-unicamp\">Portf\u00f3lio de Compet\u00eancias da Unicamp<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nova formula\u00e7\u00e3o patenteada na Unicamp combina complexo de prata com medicamento oncol\u00f3gico e \u00f3leo essencial para atingir tumores em camadas mais profundas Pesquisadores do Centro de Inova\u00e7\u00e3o Teran\u00f3stica em C\u00e2ncer (CancerThera), sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e financiado pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp), depositaram o pedido [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":32865,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"rop_custom_images_group":[],"rop_custom_messages_group":[],"rop_publish_now":"yes","rop_publish_now_accounts":[],"rop_publish_now_history":[],"rop_publish_now_status":"pending","footnotes":""},"categories":[205],"tags":[73],"class_list":["post-32864","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-featured"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32864","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32864"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32864\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32866,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32864\/revisions\/32866"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32865"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32864"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32864"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/imais.online\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32864"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}