{"id":7406,"date":"2022-06-20T14:48:12","date_gmt":"2022-06-20T17:48:12","guid":{"rendered":"https:\/\/imais.online\/portal\/?p=7406"},"modified":"2022-06-20T14:48:27","modified_gmt":"2022-06-20T17:48:27","slug":"ancha-de-bruno-e-dom-e-encontrada-afundada-em-rio-do-amazonas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imais.online\/portal\/ancha-de-bruno-e-dom-e-encontrada-afundada-em-rio-do-amazonas\/","title":{"rendered":"Lancha de Bruno e Dom \u00e9 encontrada afundada em rio do Amazonas"},"content":{"rendered":"<div class=\"imais-before-content-placement\" id=\"imais-4275435741\"><script async src=\"\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js?client=ca-pub-8787528412751566\" crossorigin=\"anonymous\"><\/script><ins class=\"adsbygoogle\" style=\"display:block;\" data-ad-client=\"ca-pub-8787528412751566\" \ndata-ad-slot=\"\" \ndata-ad-format=\"auto\"><\/ins>\n<script> \n(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); \n<\/script>\n<\/div>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A embarca\u00e7\u00e3o estava submersa a cerca de 20 metros de profundidade<\/h3>\n\n\n\n<p>A for\u00e7a de seguran\u00e7a que investiga os assassinatos do indigenista Bruno Ara\u00fajo Pereira e do jornalista brit\u00e2nico Dom Phillips localizou\u00a0a lancha na qual\u00a0a dupla viajava quando foram emboscados e mortos, no dia 5 de junho.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1466531&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1466531&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Pol\u00edcia Civil do Amazonas, a embarca\u00e7\u00e3o estava submersa a cerca de 20 metros de profundidade no Rio do Itacoa\u00ed, pr\u00f3ximo \u00e0 comunidade Cachoeira (AM). O peso de ao menos seis sacos de areia presos \u00e0 lancha a impediam de vir \u00e0 tona, para que n\u00e3o fosse encontrada.<\/p>\n\n\n\n<p>Junto \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o foram encontrados um motor de 40 hp e quatro tambores que eram usados por Bruno, conforme explicou o delegado Alex Perez, da 50\u00aa Delegacia Interativa de Pol\u00edcia de Atalaia do Norte (AM).<\/p>\n\n\n\n<p>O local exato onde a lancha foi encontrada foi indicado por Jeferson da Silva Lima. Conhecido por Pelado da Dinha, Lima foi detido no \u00faltimo s\u00e1bado (18), pela suspeita de envolvimento com os assassinatos de Bruno e Dom,\u00a0cujos restos mortais foram resgatados\u00a0no dia 15.<\/p>\n\n\n\n<p>O local onde estavam enterrados os \u201cremanescentes humanos\u201d &#8211; conforme designa\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de seguran\u00e7a &#8211; foi revelado pelo pescador Amarildo da Costa Oliveira. Conhecido como Pelado, Oliveira foi o primeiro suspeito detido por participa\u00e7\u00e3o no crime e, segundo a Pol\u00edcia Federal (PF), confessou a participa\u00e7\u00e3o no desaparecimento do indigenista e do jornalista brit\u00e2nico. Os restos mortais estavam enterrados em uma \u00e1rea de mata fechada, a cerca de 3 quil\u00f4metros da calha do Rio Itacoa\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo suspeito, detido em car\u00e1ter tempor\u00e1rio no \u00faltimo dia 14, \u00e9 Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos tr\u00eas suspeitos j\u00e1 detidos, a PF informou, ontem (19), que\u00a0apura a participa\u00e7\u00e3o de outras cinco pessoas na oculta\u00e7\u00e3o dos corpos. As investiga\u00e7\u00f5es continuam para tentar esclarecer as causas dos assassinatos e se h\u00e1 outras pessoas envolvidas.\u00a0A PF j\u00e1 antecipou\u00a0que, at\u00e9 o momento, n\u00e3o h\u00e1 ind\u00edcios de que o crime tenha sido encomendado, e que os criminosos teriam agido por iniciativa pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota, a Uni\u00e3o dos Povos do Javari (Univaja) discordou da conclus\u00e3o da PF. A entidade \u2013 para a qual Bruno prestava servi\u00e7os desde que se licenciou, sem vencimentos, do seu cargo na Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (Funai) \u2013 afirma ter repassado informa\u00e7\u00f5es sobre organiza\u00e7\u00f5es criminosas que atuariam na regi\u00e3o e que poderiam ser as respons\u00e1veis pelas mortes do indigenista e do jornalista. No documento, a Uni\u00e3o solicita que as investiga\u00e7\u00f5es continuem e nenhuma hip\u00f3tese seja descartada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExigimos a continuidade e o aprofundamento das investiga\u00e7\u00f5es. Exigimos que a PF considere as informa\u00e7\u00f5es qualificadas que j\u00e1 repassamos a eles em nossos of\u00edcios. S\u00f3 assim teremos a oportunidade de viver em paz novamente em nosso territ\u00f3rio, o Vale do Javari\u201d, diz a nota.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">V\u00edtimas<\/h2>\n\n\n\n<p>Dom Phillips, que \u00e9 colaborador do jornal brit\u00e2nico&nbsp;<em>The Guardian<\/em>, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Funai, foram vistos pela \u00faltima vez na manh\u00e3 do dia 5 de junho, na regi\u00e3o da reserva ind\u00edgena do Vale do Javari, a segunda maior do pa\u00eds, com mais de 8,5 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>O local concentra o maior n\u00famero de ind\u00edgenas isolados ou de contato recente do mundo. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de S\u00e3o Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiram sem deixar vest\u00edgios.<\/p>\n\n\n\n<p>O indigenista denunciou que sofria amea\u00e7as na regi\u00e3o, informa\u00e7\u00e3o confirmada pela PF, que abriu procedimento investigativo sobre a den\u00fancia. Bruno Pereira estava atuando como colaborador da Uni\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Vale do Javari (Univaja), uma entidade mantida pelos pr\u00f3prios ind\u00edgenas da regi\u00e3o, e tinha como foco impedir invas\u00e3o da reserva por pescadores, ca\u00e7adores e narcotraficantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte Ag\u00eancia Brasil <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A embarca\u00e7\u00e3o estava submersa a cerca de 20 metros de profundidade A for\u00e7a de seguran\u00e7a que investiga os assassinatos do indigenista Bruno Ara\u00fajo Pereira e do jornalista brit\u00e2nico Dom Phillips localizou\u00a0a lancha na qual\u00a0a dupla viajava quando foram emboscados e mortos, no dia 5 de junho. 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