Brasil
Manifestantes pedem ‘Justiça pelo cão Orelha’ em protestos por várias cidades do País
Cartazes pediam pela redução da maioridade penal para 16 anos e federalização do caso
Manifestantes se reuniram, na manhã deste domingo, 1º, em diversas cidades do Brasil, para pedir “Justiça pelo cão Orelha”, animal que morreu em decorrência de agressões desferidas, supostamente, por quatro adolescentes. Há registro de protestos em São Paulo, na capital e em Campinas (SP), no Rio de Janeiro e em Florianopólis (SC), onde aconteceu a morte de Orelha.
Entre os cartazes expostos pelos manifestantes há alguns pedidos de redução da maioridade penal no Brasil, que é, hoje, de 18 anos. Outros se referiram à viagem de férias feita por dois dos adolescentes suspeitos após a morte de Orelha. “Lugar de assassino é na cadeia e não na Disney”, dizem alguns cartazes.
Na capital paulista os manifestantes se reuniram no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp), a partir de por volta das 10h. Dentre os presentes foi destaque a presença da primeira-dama de São Paulo, Regina Nunes, esposa do prefeito Ricardo Nunes (MDB), e da ativista pelo direito dos animais Luisa Mell.
As duas publicaram registros de suas participações no ato. Regina apareceu discursando em um carro de som para os manifestantes e tirando foto com apoiadores. Já Luisa publicou vídeos entoando cânticos. Em um deles, ela pede, junto de outros manifestantes, que o caso seja tratado na Justiça federal.
No Rio de Janeiro, o protesto também teve início às 10h, no Aterro do Flamengo, em frente ao Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, na Glória. Outro ato está previsto para às 16h, no Posto 2 de Copacabana, até o final da Praia do Leme.
Em Florianópolis, o protesto acontece no trapiche da Avenida Beira Mar Norte, no centro da cidade.
Fonte: Terra




