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Indaiatuba

Terceira edição do Festival de Música Instrumental de Indaiatuba divulga seus vencedores

Foto: Divulgação/RIC-PMI
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Gaudiê Otero, na categoria Coletivo Popular, Gleysser de Menezes Dores, no Solo Erudito, Gustavo Henrique Portes de Almeida, no Solo Popular, e Guilherme de Oliveira Sander, destaque do evento, são os vencedores da terceira edição do Festival de Música Instrumental de Indaiatuba (Femusin), promovido pela Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Cultura.

Nove artistas foram selecionados para a final do festival e gravaram suas performances no palco do Centro Cultural Hermenegildo Pinto (Piano). As apresentações foram disponibilizadas à população no portal Cultura Online, entre os dias 15 a 21 de novembro.

Os três finalistas mais votados receberam três, dois e um ponto respectivamente, que foram acrescidos à média da pontuação oferecida pela Comissão Julgadora, formada por Gustavo Mazon, Samuel Cartes e Gustavo Villas Boas.

Nesta terceira edição do Femusin, Melhor Coletivo Popular leva R$ 4 mil, Melhor Solo Erudito e Melhor Solo Popular garantem R$ 2 mil cada, e o Melhor Destaque Geral será premiado com R$ 1 mil.

Comissão Julgadora

Gustavo Mazon Finessi tem uma formação eclética que vai do pop ao jazz e à música clássica. É detentor de dois Mestrados, em Performance e Estudos Jazzísticos, ambos pela University of North Texas (EUA), onde também foi Professor Assistente (TF/TA) de Contrabaixo e de Música Antiga.

Obteve seu bacharelado em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas, e se formou em contrabaixo erudito na Escola de Música do Estado de SP (EMESP). Alguns de seus principais mentores foram Jeff Bradetich, Lynn Seaton, Paul Leenhouts, Thibault Delor, Pedro Gadelha, Marcos Machado e François Rabbath.

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Como professor, já deu master classes e aulas, coaching em música de câmara e se apresentou em vários festivais e cursos de férias nos Estados Unidos, Argentina e Brasil. Como contrabaixista e compositor, trabalhou com uma incrível variedade de artistas e grupos, como o Bassinova Quartet, Frank Proto, Lumedia MusiWorks, Orquestra de Contrabaixos Tropical, CafeTango, Buarquenrol, Meretrio, Sandy, Lê Coelho e com a Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo. Foi fundador de projetos autorais como Banda de Argila e Eletrogroove.

Atualmente trabalha como produtor musical, professor e músico freelance, além de ser membro da Orquestra Sinfônica de Piracicaba e do EOS – Música Antiga USP. Em 2020, lançou o álbum e songbook FUSION, com músicas de sua autoria. Em 2021, estreou também como produtor cultural, com a contemplação de dois projetos importantes e pioneiros pelo Proac (Programa de Ação Cultural de São Paulo): a vídeo-palestra O Contrabaixo Histórico do Violone ao Jazz, lançada em 2021, e O Baixo de Villani, projeto de edição e gravação da obra para contrabaixo de Edmundo Villani-Côrtes, com previsão de lançamento para 2023.

Samuel Cartes iniciou sua formação musical através do piano aos 11 anos, em 2006. Aos 17 anos, ingressou na Pontifícia Universidade Católica do Chile (PUC – Chile), cursando piano na área de música erudita. Foi aluno das cátedras pianistas e concertistas Beatrice Berthold e Jacqueline Urízar.

Em 2014, decidiu voltar sua carreira ao piano popular e ingressou no Conservatório Dramático e Musical Doutor Carlos Campos de Tatuí, no curso de piano da área de MPB e Jazz. Teve aulas com grandes expoentes da música popular brasileira como André Marques, Beto Corrêa e com a renomada pianista Miriam Braga, em um curso complementar de piano erudito voltado ao repertório de compositores brasileiros.

Ingressou em 2020 no bacharelado em música popular da Faculdade de Música Souza Lima, ao qual dedica-se atualmente. Sua atuação profissional inclui apresentações em diversos palcos do Brasil e do Chile. Trabalhou como pianista correpetidor na PUC do Chile, e como pianista acompanhante do Corpo Profissional de Balé da Universidade do Chile. Também se apresentou como pianista solista e em grupos de música de câmara na PUC e no Teatro Municipal de Santiago.

Participou e garantiu prêmios em diversos festivais pelo Brasil. Em 2016, formou o Duo Camaleão de piano e voz, em parceria com a cantora Talitha Lessa, desenvolvendo releituras de canções do repertório brasileiro e latino-americano. Atuou em diversos trabalhos como diretor musical e arranjador, e em 2021 ganhou o segundo lugar no concurso de piano Guiomar Novaes, na categoria de piano popular.

Gustavo Villas Boas ingressou no universo da música ainda bem jovem, aos 9 anos, e já realizou trabalhos com músicos e grupos artísticos como Hamilton de Holanda, Mônica Salmaso, Paulo Miklos, Jarbas Homem de Mello, Ed Rock, Simoninha, Gabriel Grossi, Jovino Santos Neto, Orquestra Jazz Sinfônica Brasil, Nelson Ayres Big Band, Hammond Grooves, WeJam Big Band, e nos espetáculos Chaplin O Musical, MPB: Musical Popular Brasileiro, entre outros.

Também já participou de gravações de álbuns como Sou Linda (Ao Vivo) e Zé Leônidas, de Zé Leônidas; Pauliceia, de Lucas Bohn; e Orquestra Jabaquara, da Orquestra Jabaquara. Além de instrumentista, também é arranjador, e já trabalhou para diversos eventos e grupos, alguns como passagens pelo Rock in Rio.

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É responsável pelo todo o repertório do grupo Combo Araruama, onde também exerce função como band leader, compositor, arranjador e instrumentista.

Vídeos dos vencedores:

Gaudiê Otero (Coletivo Popular) – https://youtu.be/snOUsh2KfnU

Gleysser de Menezes Dores (Solo Erudito) – https://youtu.be/GCtcy5kLFtk

Gustavo Henrique Portes de Almeida (Solo Popular) – https://youtu.be/ISBKKmEbSr0

Guilherme de Oliveira Sander (Destaque do Festival) – https://youtu.be/-ewgY4ypab0

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