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Complexo Cultural Viber recebe alunos das oficinas culturais a partir do dia 1º de agosto

Complexo tem intuito de oferecer espaço mais amplo e aumentar a oferta de vagas nas oficinas. Foto: Eliandro Figueira RIC/PMI.
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Espaço foi remodelado e receberá alunos que frequentavam o Centro Cultural Wanderley Peres

Com o intuito de oferecer um espaço mais amplo e aumentar a oferta de vagas, a partir do dia 1º de agosto os alunos que frequentavam as oficinas no Centro Cultural Wanderley Peres, no Centro, passam a fazer aula no Complexo Cultural Viber – Vicente Bernardinetti, anexo ao Espaço Viber. No total, o polo deve receber cerca de 2,5 mil alunos por semana, em diversos horários. 

“As oficinas culturais crescem a cada ano e o Complexo Cultural Viber chega para oferecer um polo moderno e mais amplo aos nossos alunos”, destaca a secretária municipal de Cultura, Tânia Castanho. “Além disso, temos uma parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e uma de nossas salas receberá as aulas do projeto piloto de Esgrima, que já é um sucesso”.

Com um total de nove salas, o Complexo Cultural Viber receberá oficinas de ballet infantil, juvenil; pintura em tecido e em tela; desenho artístico adulto, juvenil e infantil; arte criativa e infantil; coral infantil; danças urbanas adulto, juvenil e infantil; grafitti; violão nível 1 e 2; jazz infantil e juvenil; customização; teatro adulto, juvenil e infantil, além do Grupo de Referência em Artes Cênicas.

O espaço foi todo remodelado. “O prédio recebeu uma nova pintura e as salas foram adequadas para cada uma das oficinas, já que teremos ballet, jazz e danças urbanas, por exemplo”, destaca Tânia. “Nossa equipe já está no Complexo, pronta para receber nossos alunos e mostrar todas as novidades do polo cultural”. A entrada do Complexo Cultural Viber está localizada na Rua Paraná, s/nº, Cidade Nova II. Mais informações pelo telefone (19) 3801-1340.

O Centro Cultural Wanderley Peres continuará recebendo as aulas do Coral da Terceira Idade e Coral Cidade de Indaiatuba, assim como das OSCs (Organizações da Sociedade Civil) que atuam no espaço com o ensino de música. O Projeto Guri, implantado pelo Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, também será ampliado em breve.

Homenageado

Vicente Bernardinetti nasceu no dia 1º de maio de 1889 na cidade de Montenero di Sabino, província de Rieti, Itália, filho de Ângelo Bernardinetti e Faustina Gracioza. Chegou ao Brasil como imigrante em 1901 aos 12 anos de idade, na companhia de seu pai e seu irmão Romeu, de 17 anos, além de outros familiares, deixando na Itália suas duas irmãs: Rosália e Faustina.

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Assim que desembarcaram no Brasil, Vicente e seus familiares foram trabalhar na lavoura de café na Fazenda Quilombo, em Campinas. Pouco tempo depois, seu pai faleceu e ele foi criado pelo seu parente mais próximo, Desidério Bernardinetti, com quem morou até seu casamento com Maria Cruz em 6 de maio de 1911, celebrado na Igreja da Candelária em Indaiatuba.

O casal foi morar na cidade de São Paulo, onde nasceram suas duas filhas, Justina e Faustina, que faleceram ainda bebês.  Pouco tempo depois, voltaram a Fazenda Quilombo, arrendaram terras na Fazenda Cruz Alta e se mudaram para lá, onde nasceram seus filhos José, João, Francisca, Eliza, Tercília e os gêmeos Otília e Nelson.

Vicente sempre foi muito preocupado com a educação de seus filhos e também com os filhos dos outros colonos, já que na aquela época não existia ainda uma escola no território rural da cidade. Por isso, contratou um professor particular para ministrar aulas duas vezes por semana para todas as crianças da colônia.

Com seu trabalho na lavoura, comprou uma propriedade rural no bairro Mato Dentro, onde nasceu sua última filha, Thereza. Nessa propriedade, com a ajuda dos filhos, iniciou a plantação de cereais e batatas.

Mais tarde comprou também uma propriedade na cidade, localizada entre as ruas Candelária, Onze de Junho e Pedro Gonçalves. E na esquina da Rua Candelária com a Onze de Junho construiu um prédio que era sua moradia, além de um armazém de secos e molhados, onde negociava os cereais e as batatas que produzia, junto com as mercadorias de outros lavradores.

Foi responsável pelo abastecimento de trigo e querosene para o Quartel de Itu durante a Revolução de 1932.

Sendo um comerciante conceituado, contribuiu para o desenvolvimento da cidade. Foi um dos sócios-fundadores do Indaiatuba Clube, que funcionava no prédio da família D’Ercoli (Clube da Lita). Foi membro da comissão da Associação Pró Natal de Pirapitingui, de Indaiatuba, e conselheiro do Esporte Clube Primavera.  Faleceu no dia 19 de setembro de 1971, aos 83 anos de idade.

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