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Brasil

O presidente da República afirmou que o Brasil vive seu “melhor momento econômico” após quase quatro anos à frente do Palácio do Planalto.

Lula participa, nesta terça-feira (30) da 68° Cúpula de Presidentes do Mercosul Ricardo Stuckert / PR
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Segundo o chefe do Executivo, o país atravessa uma fase de recuperação econômica e crescimento, mesmo diante do cenário de instabilidade internacional.

“É um país recuperado, vive seu melhor momento econômico. Vive seu melhor momento de crescimento enquanto o mundo está vivendo em crise”, declarou.

Durante o pronunciamento, o mandatário também confirmou a intenção de disputar um novo mandato nas eleições de 2026. Apesar da idade, afirmou que possui “a vitalidade de um jovem de 20 anos” e justificou a candidatura como uma forma de preservar a democracia no país.

“Vou concorrer mais uma vez às eleições do meu país para garantir que o Brasil mantenha-se como um país democrático. Não é possível imaginar irresponsáveis governando uma nação de 215 milhões de habitantes”, afirmou.

Ao relembrar sua trajetória no governo federal, o presidente disse que encontrou o país em situação difícil ao assumir seu primeiro mandato, em 2003, e destacou os resultados econômicos obtidos até o fim de sua segunda gestão, em 2010.

“Peguei o país destroçado em 2002 e entregamos um país que, em 2010, crescia 7,5%. A massa salarial era a maior da história e vivemos um momento muito importante”, afirmou.

Ainda segundo o presidente, os indicadores atuais reforçam o cenário positivo da economia brasileira. Entre os dados citados, destacou a menor inflação acumulada em quatro anos, a maior massa salarial da história, o menor índice de desemprego e a retomada do crescimento acima de 3% ao ano desde seu retorno ao comando do Executivo.

A declaração foi feita durante a 68ª Cúpula de Presidentes do Mercosul, encontro que reúne chefes de Estado dos países-membros e associados do bloco para discutir medidas de integração regional e fortalecimento do comércio.

Na ocasião, o governo brasileiro também anunciou a criação de uma iniciativa voltada ao combate ao crime organizado na América do Sul. O projeto terá sede no escritório da Interpol, em Buenos Aires, e reunirá delegados dos 12 países da região durante um ano.

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores informou que o Brasil destinará US$ 100 milhões por ano ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), mecanismo criado para reduzir as desigualdades entre os países integrantes do bloco.

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